Polêmica

É NOTÍCIA: Não há sinais da Liga profissional para próxima época 2023-24

ir jordan 1 high 85 bred 202 OnlinenevadaShops° , nike air skylon 2 white , Nike Kobe 6 EXP “Black Lightning” Joins 2025 Lineup Os comentadores do Programa Bola Em Campo na Rádio, emitido às terças-feiras na Platina FM, 96.8, no horário das 19 horas, foram unânimes em afirmar que há pouca vontade da direcção da Federação Angolana de Futebol (FAF) em avançar com a fase experimental da Liga Profissional de Futebol de Angola (LPFA air jordan 3 black cement reimagined). No entender de Olgário Catanha, Artur de Almeida deixou nas entrelinhas, no final do jogo que deu o título ao Petro de Luanda frente ao Interclube, no Estádio 22 de Junho, que não será na próxima temporada que arranca a Liga. «Quando a FAF diz que vai aumentar o prémio do Girabola é porque ainda quer controlar a competição. Não se percebe se será de forma conjunta ou a FAF faz planos de forma isolada. Há uma clara falta de vontade», afirmou. Para Valódia Kambata, era bom se a FAF deixasse o Girabola e ficasse apenas com a segunda divisão. «Ao meu ver era melhor ver a Federação a organizar a segundona, e deixar a ANCAF com o Girabola de uma vez por todas. Isto é para o bem do nosso futebol», comentou. No mesmo pensamento esteve Delcio Rodrigues, que é de opinião da insistência desmedida por parte da FAF. «A ANCAF não pode se sentir traída pela FAF, a Federação deve entregar o Girabola à ANCAF, ainda que seja num formato experimental», opinou air jordan 3 black cement reimagined. Luís Roberto entende ser melhor de uma vez por todas a Federação Angolana de Futebol ficar apenas com as selecções. Pois, aí há muito por se fazer. «As nossas selecções nacionais precisam ser vistas de outra forma. Aí sim, há trabalho e precisa-se de mais atenção por parte da FAF», disse. A Liga Profissional de Futebol de Angola vem para ajudar a profissionalizar o nosso campeonato, melhorar a organização, transmissão televisiva, maior sustentabilidade aos clubes e maior oferta em termos financeiros. Sabe-se que a Associação Nacional dos Clubes Angolanos (ANCAF) tudo tem feito para o arranque da Liga. O Bola Em Campo sabe ainda que o Girabola já perdeu um investimento de aproximadamente 10 milh yeezy tour merch store free code promo list – Homme – FpmammutShops , Veste Prem tt Noir Adidasões de USD, da DSTV, pela não implementação da Liga profissional.

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É NOTÍCIA: Carlos Morais já respondeu as declarações do presidente da FAB sobre sua ausência na selecção

O assunto que tem agitado, nos últimos dias, o desporto angolano e em particular o basquetebol, voltou a ter ‘pano para manga’. Carlos Morais, que foi preterido da convocatória de Pep Clarós para o Mundial da Ásia, disse hoje, à Luanda Antena Comercial (LAC), que nunca mandou mais de uma carta à Federação Angolana de Basquetebol para justificar a sua ausência. «Não é verdade, eu não enviei duas a três cartas como está a dizer o digníssimo presidente para justificar a minha ausência. Apenas mandei uma carta à Federação em 2021, justificando a minha ausência, porque precisava tratar de uma lesão no joelho. Mas a carta foi rejeitada pelo Vice-presidente da FAB, Sílvio Lemos, que me ligou a dizer ‘que eu não era o tipo de jogador que deveria justificar qualquer ausência por intermédio de uma carta’, inclusive ligou-me muito chateado comigo. No dia seguinte, que era a apresentação oficial dos jogadores para fazer uma das ‘Janelas de Apuramento ao Campeonato do Mundo’, fiz-me presente. Mantive uma conversa com o técnico Pep Clarós e nesta conversa ele garantiu-me que estava tudo bem, e que não havia problemas. Disse que eu era o jogador que não tinha como não ser convocado, que iria me convocar sempre ainda que negasse todas as próximas convocatórias», disse. Carlos Morais disse que chegou também a reunir yeezy tour merch store free code promo list - Homme - FpmammutShops , Veste Prem tt Noir Adidas com Moniz Silva, que entendeu a situação que estava a viver, porém, garantiu que continuava a contar com seus préstimos, mas tudo não passou de uma promessa. «Depois daí reuni com o Presidente Moniz Silva no seu gabinete, disse-me também que eu era um tipo de jogador que em momento algum uma ausência por carta, mas que entendiam a minha situação e que contava comigo no futuro. O meu espanto é que depois daí as relações mudaram completamente, nunca mais fui convocado», explicou. O melhor jogador do Petro na Basquetball Africa League disse que se fosse convocado futuramente teria que analisar todas as situações que está a passar. «O ser convocado ou não isto não é o que está em causa. O que está em causa é o que se diz para justificar a não convocatória. Diz-se muitas inverdades, que eu mandei várias cartas, coisa que nunca aconteceu, eu mandei apenas uma carta que era completamente legítima. E depois de eu dar a cara, as pessoas perceberam quais eram os meus motivos e sabiam que eu estava a cuidar de mim para poder estar presente em futuras ocasiões», referiu. Questionado se tem recebido apoio do seu clube por tudo quanto está a viver, afirmou que «O Petro de Luanda sabe o tipo de jogador que eu sou, o Petro conta comigo, o Petro confia em mim e continua acreditar no meu potencial». O MVP do Afrobasket 2008 admitiu que as relações com o Pep Clarós não são das melhores, mas nunca por sua vontade, e lamentou a forma com tem sido tratado a nível da selecção. «Depois do Afrobasket do Rwanda, nunca me dirigiu a palavra por iniciativa própria, quando nesta altura fomos todos a fazer o texte da Covid, o treinador passou por mim e nem me dirigiu a palavra e cumprimentou os outros que lá estavam. Nunca me senti desrespeitado como estou a ser agora. Eu comecei a jogar basquetebol desde os 12 anos, e profissional com 17 anos. Eu sempre me esforcei para dar o meu melhor com tudo que não tinha e o que tinha. Se eu fosse convocado teria obviamente de analisar todas as situações e ver se realmente vale apenas», lamentou. Carlos Morais começou a jogar basquetebol com 12 anos e chegou ao profissionalismo aos 17 anos, de lá para cá tem sido uma das maiores referências do basquetebol angolano quer em África como noutras partes do mundo, aos 36 anos.

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É NOTÍCIA: Liga Profissional de Futebol só arranca em 2023-24 com boa vontade da FAF

Alves Simões, presidente da Comissão Instaladora da Liga Profissional de Futebol de Angola, esclareceu que a ANCAF cumpriu já com todos os trâmites jurídico-administrativos para a efectivação do desiderato, já na próxima época, mas que tudo depende da anuência da FAF. O líder desportivo defende, no entanto, a aceleração do processo que vai conferir nova dinâmica ao futebol nacional, no que se refere à adesão de patrocinadores, qualidade desportiva e melhor aproveitamento das infra-estruturas. A “Liga de Angola” passará a ser a principal competição de futebol no país, a ser organizada pela ANCAF.O novo projecto foi apresentado em 2022, onde se anunciou que a FAF deixaria de ser o gestor da prova, passando a órgão de recurso em questões de disciplina. A Liga terá a designação da empresa que for o principal parceiro comercial, podendo participar do evento apenas os clubes que provarem possuir condições financeiras.Actualmente existe ainda o debate sobre quantas equipas devem fazer parte da Liga. Algumas correntes defendem um máximo de dez, enquanto as restantes continuariam a evoluir no Girabola, instituído em 1979.

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É NOTÍCIA: Filipe Nzanza desapontado com incidentes ocorridos no Dundo

Ainda pairam no ar assuntos relacionados aos incidentes ocorridos no último sábado, 29 de Abril, no Dundo, no intervalo da partida entre as equipas do Sagrada Esperança da Lunda Norte e do Petro de Luanda, para a 27ª jornada do Girabola. O encontro, que terminou com derrota da equipa diamantífera por (1-2), ficou registado com a invasão ao retângulo do jogo por parte dos adeptos presentes no estádio bem como vários protestos entre as duas equipas envolvendo jogadores e dirigentes que se insurgiam contra o quarteto de árbitros. Por este facto, Filipe Nzanza, técnico do 1.º de Agosto, mostrou a sua indignação com tudo quanto ocorreu na cidade do Dundo. O técnico rubro e negro fez saber que todos os amantes do futebol têm a responsabilidade de fazerem do futebol uma festa e não um lugar de desavenças. «Nós treinadores, árbitros, adeptos e dirigentes temos que trabalhar a nossa consciência. Sabemos que no futebol há três resultados, somos adversários mas nunca inimigos», opinou. Filipe Nzanza, que falava à Rádio Cinco, lembrou ainda que os jogadores devem criar uma corrente de amizade dentro e fora de campo, porque o futebol é uma festa. «Dentro do campo somos adversários. Mas fora do campo somos amigos, irmãos e primos, temos de criar isso no nosso Girabola, podemos perder hoje e ganhar amanhã, o futebol é uma festa», disse o técnico militar. Sobre o assunto, a Ministra da Juventude e Desportos já reagiu e pediu à Federação Angolana de Futebol (FAF) para se apurar os factos e responsabilizar aquém de direito. Entretanto, a FAF ainda não reagiu, devendo fazê-lo a qualquer momento sobre o caus que se passou no Dundo, onde duas crianças perderam a vida e 40 pessoas foram atendidas nas unidades hospitalar mais próximas.

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É NOTÍCIA: Petro depende do MINJUD para participar na Superliga Africana

O Ministério da Juventude e Desportos é o gestor principal das infraestruturas desportivas, e o Petro mostra-se preocupado com o andar indefinido das obras do Estádio 11 de Novembro. O estádio voltou a encerrar após o clássico entre 1.º de Agosto e Petro de Luanda, que contou com a presença do Presidente da República João Lourenço. A reabilitação do estádio e o cumprimento das recomendações está a cargo de uma equipa técnica dirigida pelo Ministério da Juventude e Desportos, mas não se sabe de concreto quando arrancam as obras. Sabe o Bola Em Campo de uma fonte ligada ao ministério de tutela que as obras podem ir até Agosto deste ano. Entretanto, o Petro de Luanda tem até o dia 5 Maio para apresentar as recomendações exigidas para participar da prova, sob pena de estar fora daquela que será a primeira edição. Vale lembrar que as recomendações são: melhoria dos relvados, a cargo da organização, melhoria da zona de imprensa, Elevadores, sala de controlo, os balneários, bem como a colocação de ar condicionados e luzes leds. Luanda é a única cidade que reúne os requisitos exigidos pela organização, como hotel 5 estrelas, aeroporto internacional e hospitais. Sabe ainda o Bola Em Campo que o Petro havia sugerido, também, o estádio da Tundavala e este foi negado devido às condições de logísticas, bem como a não existência de um hotel 5 estrelas e um aeroporto internacional funcional. A Superliga tem início em Outubro deste ano e tem a participação de 8 clubes, nomeadamente: Al Ahly, Petro de Luanda, Horoya, Wydad, Simba, Esperance de Tunis e Tp Mazembe.

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É NOTÍCIA: Federação sul-africana de costas viradas com a COSAFA, presidida por Artur de Almeida

A Associação de Futebol da África do Sul (SAFA), sigla em inglês, emitiu, no passado dia 21 de Abril, um comunicado mostrando a sua indignação com a COSAFA, presidida pelo angolano Artur de Almeida e Silva. No documento, que a redacção do Bola Em Campo na África do Sul teve acesso, o órgão reitor do futebol sul-africano entende que a direcção da COSAFA está a violar os estatutos daquele organismo e proibiu a COSAFA de realizar os seus torneios na África do Sul. Leia na íntegra o comunicado da Associação de Futebol da África do Sul (SAFA): «O Comité Executivo Nacional (NEC) da Associação Sul-Africana de Futebol (SAFA) decidiu que a COSAFA está violando seus estatutos e a Associação não permitirá mais que o órgão regional realiza seus eventos no país até novo aviso. Vários torneios foram organizados pela COSAFA na África do Sul ao longo dos últimos anos, em vez de rotacioná-los e hospedá-los nos outros países membros da região, e isso teve um efeito adverso nos próprios programas da SAFA nas Províncias. Uma reunião da SAFA NEC foi realizada no Palácio do Imperador na sexta-feira (21 de abril de 2023) e o advogado do CEO da SAFA, Tebogo Motlanthe, disse que foi decidido que a visão da Associação será explicada à COSAFA em uma reunião a ser realizada nos próximos dias. Aprofundamos ainda mais a relação com a COSAFA e foi tomada a decisão (pelo NEC) de que devemos escrever ao COSAFA e avisar que o NEC é da opinião de que eles estão violando seus próprios estatutos”, disse o CEO da SAFA. “Não temos licitado esses torneios da COSAFA, mas eles estão acontecendo aqui na África do Sul.” Adv Motlanthe disse que os próprios planos da SAFA foram afetados por esses torneios COSAFA e a Associação quer conversar sobre isso. “Estamos dizendo para não nos sobrecarregarmos com torneios para os quais não nos candidatamos porque, em algum momento, eles vão contra nossas próprias prioridades como Associação. Quando você vai a diferentes departamentos do governo, eles dizem que seus orçamentos foram gastos em torneios da COSAFA porque isso é classificado como futebol. Portanto, o NEC tomou a firme decisão de que devemos escrever a eles para dizer que hospedamos como país e basta, dar uma chance aos outros. “Não queremos ser retratados como um país ganancioso, que quer tudo. E acreditamos que há capacidade dentro da zona para acolher. Como eu disse anteriormente, Botswana e Namíbia estão se candidatando para sediar o AFCON, então não há como eles não poderem sediar um torneio da magnitude do COSAFA. Portanto, essa foi a principal decisão tomada por este NEC». Sobre o assunto, a COSAFA esteve reunida e já emitiu um comunicado nesta quarta-feira, onde esclarece que há um mal entendido por parte da SAFA e promete agendar um encontro para resolver o diferendo. Leia na íntegra: «A COSAFA notou com preocupação as infelizes declarações feitas pela Associação Sul-Africana de Futebol (SAFA) sobre a realização de futuros torneios da COSAFA na África do Sul. A COSAFA confirma que está determinada a esclarecer quaisquer mal-entendidos que possam ter surgido com a SAFA. Para este fim, a liderança do COSAFA está mantendo ir jordan 1 high 85 bred 202 negociações bilaterais com o SAFA para resolver quaisquer diferenças para que o assunto possa ser resolvido amigavelmente. A COSAFA continua comprometida em cumprir seu mandato de desenvolver o futebol na África Austral, reunindo suas 14 associações membros para realizar seu sonho compartilhado de conquistar o futebol africano». Recorde-se que Artur de Almeida e Silva é o presidente da COSAFA, eleito em 2022, no Botswana.

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É NOTÍCIA: Petro pode ser afastado da Superliga. 11 de Novembro longe das condições exigidas pela CAF

Informações chegadas à redacção do Bola Em Campo dão conta de que o Petro de Luanda, seleccionado para participar da 1.ª edição da Superliga Africana 2023, cujo arranque está previsto para Outubro deste ano, pode ser afastado da competição tudo porque existem várias lacunas no interior do Estádio 11 de Novembro, que até ao momento não foram superadas. Uma fonte deste portal referiu que os balneários dos jogadores foram postos ar condicionados novos pela direcção do Petro de Luanda. Porém, da equipa de arbitragem bem como a sala de imprensa continuam sem sistema de refrigeração «ar condicionado». Outra situação prende-se com a relva, que ainda não está totalmente próxima às recomendações da CAF. O Bola Em Campo sabe que a última inspecção que vai ditar a utilização do estádio será feita em princípio do mês de Agosto pelos inspectores do comité de competições da Confederação Africana de Futebol. Caso as recomendações não forem melhoradas, o único representante angolano ficará de fora da prova milionária do continente berço. A primeira edição da Superliga Africana 2023 contará com a participação de 8 clubes, e as partidas serão disputadas em sistema de mata-mata. Até então, o Petro de Luanda está no pote 2 com as formações do Simba SC da Tanzânia, TP Mazembe da República Democrática do Congo e o Horoya AC da Guiné Conacri, sendo que no pote 1 estão o Al Ahly do Egipto,Mamelodi Sundowns da África do Sul, Wydad AC do Marrocos e o Esperance Tunis da Tunísia. Os quartos-de-final começam nos dias 20 e 27 de outubro, semi-finais de 29 de outubro a 3 de novembro, e a final será de 7 a 11 de novembro.

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É NOTÍCIA: Beto Bianchi apresenta queixa à FIFA contra clube ugandês

O Vipers SC do Uganda demitiu, há 09 de março, o técnico Espanõ-brasileiro Beto Bianchi, após ter feito apenas 58 dias no comando técnico do clube ugandês. Todavia, Beto Bianchi reagiu em exclusivo ao Bola Em Campo sobre a sua saída prematura do Vipers Sport Clube. O técnico disse que tomou conhecimento por intermédio de uma carta que não mais era treinador do Vipers. «Sim, tomei conhecimento da minha despedida por meio de uma carta. É complicado quando uma direcção acha que deve ganhar colossos como Raja Casablanca do Marrocos, Simba SC da Tanzânia e Horoya da Guiné Conacri. A equipa até fez bons jogos em casa contra estas equipas. A equipa jogava bem e sabíamos que a qualquer momento as vitórias iriam aparecer com muito trabalho. Mas é estranho quando o dono da equipa quer resultados imediatos numa competição tão difícil que é a Liga dos Campeões Africanos», disse. Beto Bianchi esclareceu que ainda estava dentro do contrato, já que havia assinado por duas épocas com o campeão ugandês. «O meu contrato é de duas temporadas. Nem se quer cheguei a fazer jogos da Liga local, apenas fizemos duas partidas da taça do Uganda em que até vencemos», esclareceu. Para a salvaguarda dos seus direitos, o ex-técnico do Petro de Luanda apresentou queixa à FIFA para que se cumpra o acordado durante a celebração do contrato. «O caso já está na FIFA, espero que eles cumpram o que ficou acordado. É muito difícil ter que treinar uma equipa que apenas depende de uma única palavra. Falo isso porque o dono do clube e o seu filho é que ditam tudo no Vipers Sport Club do Uganda», referiu. Sobre o seu futuro, Beto Bianchi deixou tudo em aberto, após regressar a Espanha onde reside a família. «Estou em Espanha, na companhia da minha família, agora é tempo de repensar e aguardar por nova oportunidade, a vida segue andando. Vamos ver o que o futuro nos reserva», disse. Beto Bianchi não somou qualquer vitória no grupo C, obtendo 4 derrotas e 1 empate apenas frente ao Horoya da Guiné Conacri, deitando por terra todas as chances do Vipers SC apurar-se para a outra fase, num grupo liderado pelo Raja Casablanca do Marrocos com 12 pontos somados. Beto Bianchi estreiou-se no futebol africano ao serviço do Petro de Luanda, tendo acumulado o cargo como técnico dos Palancas Negras, mas em 2019 deixou o Petro de Luanda.

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É NOTÍCIA: Petro de Luanda à beira de uma multa pesada da CAF

Depois do jogo de ontem, sábado, em que o Petro de Luanda perdeu diante do Wydad AC, por 0-2, no Estádio 11 de Novembro, verificaram-se comportamentos pouco abonatórios ao futebol, desde a invasão, agressão a jogador, bem como arremesso de cadeiras e objectos ao campo. Os factos ocorreram sob olhares dos emissários da Caf, bem como do 4º árbitro. Entretanto, o Petro pode sofrer sanções como: jogo à porta fechada e uma multa financeira, pois tais comportamentos ou atitudes dificilmente passam impune. Caso se efective a multa, o Petro de Luanda poderá vir a jogar, na última jornada da Liga dos Campeões Africanos, contra o As Vita Club, à porta fechada. A título de exemplo, o Al Hilal de Omdurman do Sudão, equipa do internacional angolano Vidinho, foi sancionada com uma multa de 20 mil dólares e jogos à porta fechadas, por um cenário quase parecido, tendo o Comité de Disciplina da CAF alegando falta de capacidade de manutenção de segurança no recinto desportivo, tudo porque no jogo com o Al Ahly do Egipto, a 2ª jornada da Liga das Campões teve um cenário quase parecido. Vale lembrar que, por questões de segurança, a CAF já havia restringido OnlinenevadaShops° , nike air skylon 2 white , Nike Kobe 6 EXP “Black Lightning” Joins 2025 Lineup o número de espectadores de 50 mil para 20 mil.

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É NOTÍCIA: Moniz Silva acusa Paulo Madeira de querer colocar Angola de fora do Afrobasket feminino

Moniz Silva acusa o homólogo que preside a Zona IV da FIBA-África, Paulo Madeira, de tentar inviabilizar a presença de Angola na prova de apuramento para o Afrobasket’2023 sénior feminino a decorrer de 20 a 28 de Fevereiro no Zimbabwe. As declarações do presidente da Federação Angolana de Basquetebol (FAB) foram feitas, ontem, segunda-feira, 30, durante a conferência de imprensa. Moniz diz ser “inconcebível” porque o país vai albergar a quinta e última janela da zona africana de qualificação para o Mundial sénior masculino, de 24 a 26 de Fevereiro, e acredita ter sido um acto de má-fé por parte do compatriota. «Não faz sentido enquadrar outra eliminatória feminina, de 20 a 28 de Fevereiro. Não sejamos ingénuos: há uma intenção clara. Se fosse marcada para Março, Abril ou Maio, todos nós teríamos tempo para nos preparar de forma tranquila. As coisas não foram feitas de forma inocente; foi com o propósito de inviabilizar a nossa participação», referiu Moniz Silva. Por outro lado, o presidente da FAB defendeu que esse tipo de manobras “feitas por angolanos” devem ser denunciadas. Para sustentar a acusação, Moniz Silva recordou que, em Angola, os orçamentos levam tempo a ser aprovados, razão pela qual acredita que houve uma intenção deliberada. «A FIBA concede um espaço que vai até Junho e os integrantes da zona é quem definem o período para a realização da eliminatória. Imaginemos que não tivéssemos prevenidos! O campeonato feminino encontra-se no defeso. O Interclube esteve em Dezembro na Taça dos Clubes Campeões. Esta prova de qualificação não foi agendada de forma inocente. Qualquer gestão anterior da FAB não iria por falta de recurso ou estaria a chorar nos jornais por falta de dinheiro», concluiu Moniz Silva. Fonte: Jornal de Angola

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