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É NOTÍCIA: Massificação dos desportos pode custar aos cofres do Estado 300 milhões Akz

Nike GREY "Dunk Low" sports shoes ir jordan 4 tour yellow 200 O Orçamento Geral do Estado “OGE2023” entendeu acrescer as despesas para a massificação de diversas modalidades desportivas no país, com mais 229 milhões de Kwanzas, sendo que, no ano passado, as 29 modalidades inscritas pelo Ministério da Juventude e Desportos (MINJUD) consumiram apenas 821 milhões de Kwanzas, segundo noticia o Novo Jornal na sua edição online deste sábado, 28. Refere ainda o Novo Jovo que, o executivo angolano prevê gastar, com as modalidades de futebol, andebol, basquetebol e desporto para deficientes, cerca de 300 milhões de kwanzas, sendo 75 milhões para cada. A verba está na proposta do Orçamento Geral do Estado 2023, em discussão no parlamento. Entretanto, continuam como privilegiadas as modalidades de futebol, basquetebol e andebol com um “bolo” de 300 milhões de Kwanzas, sendo 75 milhões para cada. Com as outras 25 modalidades, nomeadamente pesca desportiva, ginástica, natação, desporto motorizado air jordan 1 high skyline, lutas desportivas, desporto equestre, atletismo, boxe, ciclismo, desporto feminino, desporto náutico, desporto universitário, esgrima, futsal, jiu-jitsu, judo, karaté dó, teakwondo, ténis de campo, ténis de mesa, tiro, voleibol, xadrez, golfe e hóquei em patins, o Governo prevê gastar 750 milhões de Kwanzas.

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É NOTÍCIA: João Lusevikueno revela que há interesse da DStv em ficar com Girabola

Para abordar o surgimento da Liga de Futebol Profissional de Angola, um dos membros da Associação Nacional de Clubes Angolanos de Futebol (ANCAF), João Lusevikueno, revelou, no último sábado 21, no programa “Quintalão dos Desportistas” da Rádio Cinco, que a DSTV tem interesse em ficar com o Girabola. João Lusevikueno revelou ainda que a muito que a Comissão tem se desdobrado a fim de encontrar potenciais investidores para consolidar o surgimento da Liga de Futebol Profissional de Angola, e neste segmento houve, em 2022, conversações com representantes da Dstv. «Eu cheguei a ter reuniões com representantes da Dstv na África do Sul, sobre a possibilidade deles ficarem com os direitos de transmissão da Liga de futebol, mas as constantes indefinições sobre surgimento da Liga por parte da FAF fragilizou e eles entenderam ficar com a Liga da Etiópia», disse. João Luvesikueno entende que é preciso sentar-se à mesma adidas Samba OG animal-print striped trainers mesa para se definir o arranque da Liga Profissional de Futebol de Angola de uma vez por todas, ainda que seja numa fase inicial.

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É NOTÍCIA: Petro de Luanda sem horizonte temporal para construção de estádio do clube

Hermínio Escórcio, presidente honorário e membro fundador do Petro de Luanda, disse, no passado sábado, 14, à imprensa, por ocasião das festividades alusivas aos 43 anos do clube tricolor, que a sua direcção não tem definido um horizonte temporal para construção do tão almejado estádio de futebol do Petro de Luanda. «Não temos, não temos porque não sabemos quando é que teremos condições financeiras para poder corresponder um empreendimento desta envergadura», revelou. Porém, Hermínio Escórcio revelou que existe já um espaço predefinido para no futuro nascer o estádio do clube. «Temos um espaço que está dentro do perímetro da cidade, e que circundam diversos bairros bastante populosos. E poderia ser um dos terrenos indicados para um estádio com uma capacidade que serviria não só para albergar os adeptos do Petro, mas também para receber todos aqueles que gostam do futebol. A nossa população não tem uma renda para poder pagar bilhetes caros», disse. Hermínio Escórcio descartou a possibilidade de qualquer interesse do clube pelo Complexo Desportivo da Cidadela. «A Cidadela é um problema muito sério. A Cidadela foi interdita há muitos anos por questões de segurança, e seria um crime colocar lá gente», respondeu. Em 43 anos de existência, a direcção do Petro de Luanda não conseguiu ainda construir infraestruturas de raiz, sendo um dos principais desafios da direcção tricolor nos próximos anos.

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É NOTÍCIA: Direcção do Petro aguarda parecer do governo para arranque das obras na Cidadela Desportiva

A direcção do Petro de Luanda, que em círculo fechado manifestou o desejo de ficar com o Complexo da Cidadela Desportiva, em 2022, até ao momento aguarda a decisão do governo angolano para arrancar com as obras de requalificação da Cidadela Desportiva, soube o Bola Em Campo de fonte ligada ao processo. Em caso do aval favorável do executivo angolano, a Sonangol, detentora do mais titulado do futebol nacional, já tem o plano de financiamento de reestruturação de todo complexo desportivo, confirmou a nossa fonte. A direcção do Petro de Luanda pretende ficar com a gestão da Cidadela Desportiva, a par do que acontece em vários países do mundo, como por exemplo o Estádio de Sanciro, em Itália, que o governo cedeu há muitos anos ao AC Milan e ao Inter de Milão. No Egipto, o Estádio Internacional do Cairo está cedido ao Al ahly e o Zamalek, razões de sobra que fazem com que a direcção do campeão nacional pretenda ficar com o mítico Estádio da Cidadela Desportiva, que está há mais de 10 anos sem receber partidas internacionais devido ao péssimo estado da parte de toda a sua estrutura. A direcção do Petro de Luanda, por via da Sonangol, acredita numa resposta favorável do governo, pelo que está já delinear o projecto de gereciamento do complexo que visa trazer receitas ao clube tão logo se concretize o desejo daquela direcção. Inaugurado em Junho de 1972, o estádio, localizado no distrito urbano do Rangel, em Luanda, apresenta uma imagem interior e exterior que põe triste a todos a quanto testemunharam de perto, ou acompanharam à distância, via rádio e televisão, os maiores “trumunos” (jogos) do nosso futebol. Reinaugurado a 10 de Dezembro de 1981, por ocasião do extinto Jogos dos Países da África Central, em que Angola se mostrou ao mundo como uma nação sedenta de desporto, o estádio já sofreu algumas obras de benfeitorias. Todavia, o projectado Complexo Desportivo nunca chegou a ser concluído, sendo que parte dos edifícios de apartamentos ficou por acabar, durante anos. Na sequência, foram marginalizados e posteriormente interditados.

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É NOTÍCIA: Palancas Negras recebem “porta bandeira” do MINJUD e falam em conquistar CHAN da Argélia

Decorreu nesta manhã de sexta-feira, 30, na Galeria dos Desportos, em Luanda, o acto de entrega da “Porta Bandeira” à delegação angolana que vai competir no CHAN Argélia 2023. O acto foi presidido pela Ministra da Juventude e Desportos, Palmira Barbosa, ladeada do Secretário de Estado do mesmo ministério. O pano de fundo foi a entrega da “Bandeira Nacional ao capitão dos Palancas Negras, Neblu, com o comprometimento de representar condignamente o país na prova. «Eu e os meus colegas vamos fazer de tudo para trazer a taça ao país», disse o guarda-redes Neblu. Por sua vez, a Ministra da Juventude e Desportos disse que o CHAN visa também a qualidade do campeonato interno do nosso país. «Esta competição é de extrema importância, pois, servirá para medir air jordan 1 high skyline também o nível do nosso Girabola, devemos dar tudo em campo», disse Palmira Barbosa. Angola viaja no próximo dia 1 de Janeiro para Portugal, onde vai efectuar um estágio pré-competitivo no Algarve, sendo que viaja para o palco da competição no próximo dia 10. O campeonato começa no próximo dia 13 de Janeiro e termina no dia 5 de Fevereiro, sendo que Angola figura no grupo D com as selecções do Mali e Mauritânia. Vale lembrar que o CHAN é um torneio para atletas que militam nos campeonatos dos seus respectivos países.

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É NOTÍCIA: 85 por cento dos jogadores do Girabola compram “botas” no mercado informal

Em conversa mantida com alguns jogadores e dirigentes de equipas do Girabola, revelam que 85 por cento dos atletas do Girabola preferem comprar ‘chuteiras’ no mercado informal do que em lojas, dado o elevado custo das botas, sendo que no mercado informal os preços são mais atractivos. Entretanto, os mercados mais frequentados por jogadores do Girabola são os do Kikolo e Asa-branca, que em média as botas chegam a custar entre 15 a 17 mil kwanzas, sendo que no mercado formal, nas referenciadas lojas de Luanda, os preços variam de 35 a 50 mil Kwanzas. Olhando para os preços praticados nos mercados do Kikolo e do Asa-branca, atendendo a necessidade de que cada jogador por época precisa ter dois a três pares de ‘botas’, chegam a gastar perto de 51.000,00 Kwanzas, ao passo que em lojas oficiais gastam perto de 105.000,00 kwanzas pelo mesmo número de chuteiras. A redacção do Bola Em Campo manteve conversa com alguns atletas de equipas do Girabola e disseram abertamente, embora pediram anonimato, que as botas compradas no mercado informal também são de boa qualidade e não se vê grandes diferenças com as da lojas. «No arranque da pré-época são vários colegas que vão mesmo comprar botas no Kikolo e Asa-branca, lá encontramos boas botas, bem conservada e a preço razoável se comparado as lojas onde custam três a quatro vezes mais. Tanto de pistões como de borracha lá encontramos», disse. Por outro lado, um dirigente desportivo de uma das equipas da capital que desceu de divisão revelou que os clubes hoje não dão chuteiras aos jogadores da equipa AA «daí que cada jogador tem a sua preferência da bota que vai usar durante a época. Muitos preferem comprar no exterior do país, outros compram mesmo aqui com o dinheiro dado pelos clubes ou até mesmo com fundos próprios», explicou. MERCADO DO KIKOLO E ASA-BRANCA No mercado do Kikolo conversamos com algumas vendedeiras que confirmaram a presença de vários jogadores que nos meses de de julho a Junho visitam aquele mercado para comprar material desportivo. «Pai, aqui vem muita gente. Se fosse de saber o nome dos jogadores eu diria, mas não conheço. Mas posso afirmar que muitos jogadores estão sempre aqui para comprar chuteiras. As chuteiras aqui estão em bom estado, custam de 20, 15, a 17 mil kwanzas. Nós temos matéria de qualidade, por isso é que eles preferem vir aqui na praça», explicou.

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É NOTÍCIA: Autor do único golo de Angola na final com mercado no Brasil

O médio ofensivo Heno Guilherme, da selecção angolana de futebol com muletas, confirmou ao Jornal de Angola, na Turquia, que vai jogar na formação de Ourinhos, do campeonato brasileiro. «Sim, é verdade. Está tudo confirmado. Vou a Luanda e depois de duas semanas viajo para o Brasil», confirmou o jogador. O autor do único golo de Angola da XVII edição do Campeonato do Mundo, no Estádio Galatasaray Nef, em Istambul, disse que tem informações sobre a liga daquele país da lusofonia. «Tenho acompanhado o campeonato, e é muito competitivo. São seis meses de prova. É um novo desafio para mim, mas vou lá para dar o máximo», revelou. Heno esclareceu que terminou a sua ligação contratual com o Etimesgut Belediyesi SK da Turquia, para se mudar ao futebol brasileiro. Entretanto, a confirmar-se, Heno Guilherme será oficialmente o primeiro atleta angolano de futebol amputado a jogar no Brasil. Vale referir que, além do meio-campista, no futebol turco encontram-se Jesus Morais “Fiesta”, João das Dores Chiquete, Catarino de Carvalho, Nicolau André e Francisco Fernando Kaquissi. O último vai jogar esta temporada pela formação do Konya Amputee, durante um ano. Kaquissi, que se transferiu no mês passado, jogou uma temporada pelo Sarkaya da Turquia.

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É NOTÍCIA: Selecção de Ténis de Mesa falha embarque por insuficiência de bilhetes

Atraso no tratamento do expediente para a aquisição total de bilhetes de passagem necessários condicionou, ontem, segunda-feira, 29, a partida das selecções nacionais sénior masculina e feminina de ténis de mesa, para Argel (Argélia), palco do Campeonato Africano a decorrer naquela cidade de 3 a 9 de Setembro próximo. O presidente da Federação Angolana de Ténis de Mesa (FATM), Manuel Morais, disse, ontem, ao Jornal de Angola, que a viagem foi remarcada para o dia 1 de Setembro. «Estão em falta quatro bilhetes de passagem para concluir o número exigido da comitiva», disse, mas «já obtivemos a luz verde do patrocinador, que garantiu entregar os bilhetes que restam e, por isso, está confirmada a viagem para o dia 1 de Setembro. Quanto à preparação, que começou em Fevereiro deste ano, o seleccionador nacional, Manuel Pimenta, disse que continua aprimorar a movimentação de reacção e antecipação de jogadas, para poder atacar com certeza. Para Pimenta, o objectivo traçado para o Africano passa por vencer todas as partidas e ajudar as selecções masculina e feminina a alcançarem o pódio. A qualificação para o Campeonato do Mundo, a disputar-se na África do Sul, no mês de Outubro de 2023, também faz parte dos propósitos da presença no Africano, aposta da gestão federativa liderada por Manuel Morais. A delegação angolana vai ser chefiada pelo segundo vice-presidente da FATM, Sebastião da Cruz, integrando os mesa-tenistas em seniores masculinos Hermenegildo Aguinelo, Edvane Neto, Elizandro André, Domingos Manuel e António Lemos todos individuais. No sector feminino, realce para Isabel Albino, Eugénia Simões, Jerusa Borges (individuais) e Kailane de Sousa, dos Escorpi Nike GREY "Dunk Low" sports shoesões da Boa Fé de Viana, todas da classe de sénior. Todo direito: JA.

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É NOTÍCIA: Federacção de patinagem sem dinheiro para o CAN que arranca em setembro

A Selecção Nacional de hóquei em patins paralisou os trabalhos de preparação, por falta de verbas, visando a disputa da segunda edição do Campeonato Africano da modalidade, a disputar-se de 28 de Setembro a 4 de Outubro, no Cairo, Egipto. O facto foi revelado, ontem, ao Jornal de Angola, pelo presidente da Federação Angolana de Patinagem (FAP), Dionísio Viegas, à saída do encontro com Empresa Nacional de Seguros de Angola (ENSA). O órgão reitor não está à altura de continuar a fazer face às despesas relacionadas com alimentação e ajuda de custos dos atletas e do corpo técnico. Apesar de os jogadores estarem ir jordan 4 tour yellow 200 a competir no Campeonato Nacional, Manuel Dionísio considera que esta é a altura de aprimorar os automatismos do grupo, tendo em vista a conquista do título. O dinheiro que havia nos cofres da FAP foi gasto nas três primeiras semanas de preparação, às ordens do seleccionador espanhol Miguel Belbruno. O plano de necessidades, relacionado com a participação em competições internacionais, foi apresentado em 2021. A um mês do embarque para o Cairo, ainda não existe uma certeza. «O nosso orçamento foi reduzido à metade, mas a verba não foi disponibilizada pelo Ministério das Finanças até hoje. Daí o nosso apelo neste sentido. Além do Africano, temos outras despesas relacionadas com o Campeonato do Mundo, em Outubro, porque ter cá os angolanos que militam na diáspora, logicamente que os gastos são acrescidos», sublinhou o dirigente. O hóquei patins é das modalidades que mais representou o país em Campeonatos do Mundo, a par do basquetebol e andebol. Por essa razão, Dionísio faz o apelo no sentido de ver resolvida a questão nos próximos dias, sob pena de comprometer os objectivos preconizados. «Se eu disser que esta paralisação não trará consequências, estaria a ser desonesto. A interrupção de qualquer ciclo de preparação traz implicâncias, cria desconcertação e obriga a que o trabalho seja refeito, de alguma forma». Para a prova sob a égide da World Skate África, constam da convocatória os atletas Dorivaldo Francisco, Wilson de Castro, Bernardo Domingos, Estêvão Dala, Adilson Diogo, Nilson Muiope, Fábio Faria, Francisco Eduardo, Erivaldo Domingos, Sérgio Lukukurico, João Furtado, José Albano, Mauro de Carvalho, Argentino Agostinho e Airton Chissanga. Todo direito: Jornal de Angola

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É NOTÍCIA: Tony Kikanga refere que a modalidade de Boxe em Angola morreu

Durante o Programa “Recordar e Viver”, da Rádio Cinco, emitido no último domingo, 21, na Cidade do Porto, em Portugal, teve como convidado o ex-pugilista Tony Kikanga, que conquistou vários títulos ao serviço do Boavista, SL e Benfica, Team Elite e da selecção de Angola. Para Tony Kikanga, a modalidade do boxe em angola está morta devido à falta de massificação aonde há talento. «Em angola o boxe está morto, passaram várias gerações e não houve sequência. Haviam competições de boxe no mundo onde angola colocava 4 atletas, mas hoje, não se vê mais isso. Para mim, o boxe em Angola está morto». Tony Kikanga, que ostenta mais de 12 títulos da modalidade, lamentou a falta de apoio aos clubes existentes e pediu para que o Ministério da Juventude e Desportos apoie as academias em angola a exemplo do que acontece noutras partes do mundo. «Em angola não há formação de verdade para pugilistas. O Ministério dos desportos devia apostar mais na formação, tinha que se fazer distribuição de materiais de boxe nos bairros da Mabor, Cazenga, Palanca e Sambila, onde há muito talento. Aqui há ginásios sem qualquer condições como sacos e outros meios necessários». O ex-campeão do mundo de categoria recordou que actualmente os pugilistas nacionais existentes ainda são do seu tempo, pelo que considera um fracasso. «Se reparar os pugilistas de angola ainda continuam a ser os mesmos do meu tempo. Os “Piterflow, Manuel Domingos e tantos outros. Daí que digo que em Angola não estamos a apostar na formação do boxe. A modalidade regrediu. Antigamente tínhamos camoeonatos mas agora não há nada disso», considerou. A ex-estrela do boxe angolano, Tony Kicanga, em 2013 foi campeão mundial de boxe profissional da versão do Conselho Universal de Boxe (UBC). Na altura, o facto mereceu reverência do então Presidente José Eduardo dos Santos, numa mensagem de felicitação a Tony Kicanga pela conquista do primeiro título de campeão de boxe profissional na versão do Conselho Mundial de Boxe (UBC), na categoria de meio pesado, 76 quilos. Residente em Portugal desde 1990, representou vários clubes locais, desde o Algés ao Boavista e FC Porto. Actualmente a sua última equipa a representar foi o Health Clube de Lisboa. No seu currículo, tem títulos de campeão nacional angolano, em 1989, e português, de 1993, 1994 e 1995. O angolano foi finalista do mundial hispano em 1996, conquistou a medalha de bronze nos Jogos Africanos em 1995, no Zimbabwe, e ouro em 1999 em Luanda. Como pugilista profissional, ostenta 12 títulos da versão da Associação Mundial de Boxe da Transcontinental (TWBA).

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