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É NOTÍCIA: Direcção do Petro aguarda parecer do governo para arranque das obras na Cidadela Desportiva

stan smith nuud women black and blue jordan shoes – IetpShops – Adidas AdiFC Orlando Pirates air jordan 4 thunder 2023 A direcção do Petro de Luanda, que em círculo fechado manifestou o desejo de ficar com o Complexo da Cidadela Desportiva, em 2022, até ao momento aguarda a decisão do governo angolano para arrancar com as obras de requalificação da Cidadela Desportiva, soube o Bola Em Campo de fonte ligada ao processo. Em caso do aval favorável do executivo angolano, a Sonangol, detentora do mais titulado do futebol nacional, já tem o plano de financiamento de reestruturação de todo complexo desportivo, confirmou a nossa fonte. A direcção do Petro de Luanda pretende ficar com a gestão da Cidadela Desportiva, a par do que acontece em vários países do mundo, como por exemplo o Estádio de Sanciro, em Itália, que o governo cedeu há muitos anos ao AC Milan e ao Inter de Milão. No Egipto, o Estádio Internacional do Cairo está cedido ao Al ahly e o Zamalek, razões de sobra que fazem com que a direcção do campeão nacional pretenda ficar com o mítico Estádio da Cidadela Desportiva, que está há mais de 10 anos sem receber partidas internacionais devido ao péssimo estado da parte de toda a sua estrutura. A direcção do Petro de Luanda, por via da Sonangol, acredita numa resposta favorável do governo, pelo que está já delinear o projecto de gereciamento do complexo que visa trazer receitas ao clube tão logo se concretize o desejo daquela direcção. Inaugurado em Junho de 1972, o estádio, localizado no distrito urbano do Rangel, em Luanda, apresenta uma imagem interior e exterior que põe triste a todos a quanto testemunharam de perto, ou acompanharam à distância, via rádio e televisão, os maiores “trumunos” (jogos) do nosso futebol. Reinaugurado a 10 de Dezembro de 1981, por ocasião do extinto Jogos dos Países da África Central, em que Angola se mostrou ao mundo como uma nação sedenta de desporto, o estádio já sofreu algumas obras de benfeitorias nike ja 1 scratch. Todavia nike ja 1 scratch, o projectado Complexo Desportivo nunca chegou a ser conclu Nike Air Jordan 4 Retro Eminem Encore 2017ído, sendo que parte dos edifícios de apartamentos ficou por acabar, durante anos. Na sequência, foram marginalizados e posteriormente interditados.

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É NOTÍCIA: Palancas Negras recebem “porta bandeira” do MINJUD e falam em conquistar CHAN da Argélia

Decorreu nesta manhã de sexta-feira, 30, na Galeria dos Desportos, em Luanda, o acto de entrega da “Porta Bandeira” à delegação angolana que vai competir no CHAN Argélia 2023. O acto foi presidido pela Ministra da Juventude e Desportos, Palmira Barbosa, ladeada do Secretário de Estado do mesmo ministério. O pano de fundo foi a entrega da “Bandeira Nacional ao capitão dos Palancas Negras, Neblu, com o comprometimento de representar condignamente o país na prova. «Eu e os meus colegas vamos fazer de tudo para trazer a taça ao país», disse o guarda-redes Neblu. Por sua vez, a Ministra da Juventude e Desportos disse que o CHAN visa também a qualidade do campeonato interno do nosso país. «Esta competição é de extrema importância, pois, servirá para medir também o nível do nosso Girabola, devemos dar tudo em campo», disse Palmira Barbosa. Angola viaja no próximo dia 1 de Janeiro para Portugal, onde vai efectuar um estágio pré-competitivo no Algarve, sendo que viaja para o palco da competição no próximo dia 10. O campeonato começa no próximo dia 13 de Janeiro e termina no dia 5 de Fevereiro, sendo que Angola figura no grupo D com as selecções do Mali e Mauritânia. Vale lembrar que o CHAN é um torneio para atletas que militam nos campeonatos dos seus respectivos países.

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É NOTÍCIA: 85 por cento dos jogadores do Girabola compram “botas” no mercado informal

Em conversa mantida com alguns jogadores e dirigentes de equipas do Girabola, revelam que 85 por cento dos atletas do Girabola preferem comprar ‘chuteiras’ no mercado informal do que em lojas, dado o elevado custo das botas, sendo que no mercado informal os preços são mais atractivos. Entretanto, os mercados mais frequentados por jogadores do Girabola são os do Kikolo e Asa-branca, que em média as botas chegam a custar entre 15 a 17 mil kwanzas, sendo que no mercado formal, nas referenciadas lojas de Luanda, os preços variam de 35 a 50 mil Kwanzas. Olhando para os preços praticados nos mercados do Kikolo e do Asa-branca, atendendo a necessidade de que cada jogador por época precisa ter dois a três pares de ‘botas’, chegam a gastar perto de 51.000,00 Kwanzas, ao passo que em lojas oficiais gastam perto de 105.000,00 kwanzas pelo mesmo número de chuteiras. A redacção do Bola Em Campo manteve conversa com alguns atletas de equipas do Girabola e disseram abertamente, embora pediram anonimato, que as botas compradas no mercado informal também são de boa qualidade e não se vê grandes diferenças com as da lojas. «No arranque da pré-época são vários colegas que vão mesmo comprar botas no Kikolo e Asa-branca, lá encontramos boas botas, bem conservada e a preço razoável se comparado as lojas onde custam três a quatro vezes mais. Tanto de pistões como de borracha lá encontramos», disse. Por outro lado, um dirigente desportivo de uma das equipas da capital que desceu de divisão revelou que os clubes hoje não dão chuteiras aos jogadores da equipa AA «daí que cada jogador tem a sua preferência da bota que vai usar durante a época. Muitos preferem comprar no exterior do país, outros compram mesmo aqui com o dinheiro dado pelos clubes ou até mesmo com fundos próprios», explicou. MERCADO DO KIKOLO E ASA-BRANCA No mercado do Kikolo conversamos com algumas vendedeiras que confirmaram a presença de vários jogadores que nos meses de de julho a Junho visitam aquele mercado para comprar material desportivo. «Pai, aqui vem muita gente. Se fosse air jordan 4 thunder 2023 de saber o nome dos jogadores eu diria, mas não conheço. Mas posso afirmar que muitos jogadores estão sempre aqui para comprar chuteiras. As chuteiras aqui estão em bom estado, custam de 20, 15, a 17 mil kwanzas. Nós temos matéria de qualidade, por isso é que eles preferem vir aqui na praça», explicou.

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É NOTÍCIA: Autor do único golo de Angola na final com mercado no Brasil

O médio ofensivo Heno Guilherme, da selecção angolana de futebol com muletas, confirmou ao Jornal de Angola, na Turquia, que vai jogar na formação de Ourinhos, do campeonato brasileiro. «Sim, é verdade. Está tudo confirmado. Vou a Luanda e depois de duas semanas viajo para o Brasil», confirmou o jogador. O autor do único golo de Angola da XVII edição do Campeonato do Mundo, no Estádio Galatasaray Nef, em Istambul, disse que tem informações sobre a liga daquele país da lusofonia. «Tenho acompanhado o campeonato, e é muito competitivo. São seis meses de prova. É um novo desafio para mim, mas vou lá para dar o máximo», revelou. Heno esclareceu que terminou a sua ligação contratual com o Etimesgut Belediyesi SK da Turquia, para se mudar ao futebol brasileiro. Entretanto, a confirmar-se, Heno Guilherme será oficialmente o primeiro atleta angolano de futebol amputado a jogar no Brasil. Vale referir que, além do meio-campista, no futebol turco encontram-se Jesus Morais “Fiesta”, João das Dores Chiquete, Catarino de Carvalho, Nicolau André e Francisco Fernando Kaquissi. O último vai jogar esta temporada pela formação do Konya Amputee, durante um ano. Kaquissi, que se transferiu no mês passado, jogou uma temporada pelo Sarkaya da Turquia.

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É NOTÍCIA: Selecção de Ténis de Mesa falha embarque por insuficiência de bilhetes

Atraso no tratamento do expediente para a aquisição total de bilhetes de passagem necessários condicionou, ontem, segunda-feira, 29, a partida das selecções nacionais sénior masculina e feminina de ténis de mesa, para Argel (Argélia), palco do Campeonato Africano a decorrer naquela cidade de 3 a 9 de Setembro próximo. O presidente da Federação Angolana de Ténis de Mesa (FATM), Manuel Morais, disse, ontem, ao Jornal de Angola, que a viagem foi remarcada para o dia 1 de Setembro. «Estão em falta quatro bilhetes de passagem para concluir o número exigido da comitiva», disse, mas «já obtivemos a luz verde do patrocinador, que garantiu entregar os bilhetes que restam e, por isso, está confirmada a viagem para o dia 1 de Setembro. Quanto à preparação, que começou em Fevereiro deste ano, o seleccionador nacional, Manuel Pimenta, disse que continua aprimorar a movimentação de reacção e antecipação de jogadas, para poder atacar com certeza. Para Pimenta, o objectivo traçado para o Africano passa por vencer todas as partidas e ajudar as selecções masculina e feminina a alcançarem o pódio. A qualificação para o Campeonato do Mundo, a disputar-se na África do Sul, no mês de Outubro de 2023, também faz parte dos propósitos da presença no Africano, aposta da gestão federativa liderada por Manuel Morais. A delegação angolana vai ser chefiada pelo segundo vice-presidente da FATM, Sebastião da Cruz, integrando os mesa-tenistas em seniores masculinos Hermenegildo Aguinelo, Edvane Neto, Elizandro André, Domingos Manuel e António Lemos todos individuais. No sector feminino, realce para Isabel Albino, Eugénia Simões, Jerusa Borges (individuais) e Kailane de Sousa, dos Escorpiões da Boa Fé de Viana, todas da classe de sénior. Todo direito: JA.

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É NOTÍCIA: Federacção de patinagem sem dinheiro para o CAN que arranca em setembro

A Selecção Nacional de hóquei em patins paralisou os trabalhos de preparação, por falta de verbas, visando a disputa da segunda edição do Campeonato Africano da modalidade, a disputar-se de 28 de Setembro a 4 de Outubro, no Cairo, Egipto. O facto foi revelado, ontem, ao Jornal de Angola, pelo presidente da Federação Angolana de Patinagem (FAP), Dionísio Viegas, à saída do encontro com Empresa Nacional de Seguros de Angola (ENSA). O órgão reitor não está à altura de continuar a fazer face às despesas relacionadas com alimentação e ajuda de custos dos atletas e do corpo técnico. Apesar de os jogadores estarem stan smith nuud women black and blue jordan shoes - IetpShops - Adidas AdiFC Orlando Pirates a competir no Campeonato Nacional, Manuel Dionísio considera que esta é a altura de aprimorar os automatismos do grupo, tendo em vista a conquista do título. O dinheiro que havia nos cofres da FAP foi gasto nas três primeiras semanas de preparação, às ordens do seleccionador espanhol Miguel Belbruno. O plano de necessidades, relacionado com a participação em competições internacionais, foi apresentado em 2021. A um mês do embarque para o Cairo, ainda não existe uma certeza. «O nosso orçamento foi reduzido à metade, mas a verba não foi disponibilizada Nike Air Jordan 4 Retro Eminem Encore 2017 pelo Ministério das Finanças até hoje. Daí o nosso apelo neste sentido. Além do Africano, temos outras despesas relacionadas com o Campeonato do Mundo, em Outubro, porque ter cá os angolanos que militam na diáspora, logicamente que os gastos são acrescidos», sublinhou o dirigente. O hóquei patins é das modalidades que mais representou o país em Campeonatos do Mundo, a par do basquetebol e andebol. Por essa razão, Dionísio faz o apelo no sentido de ver resolvida a questão nos próximos dias, sob pena de comprometer os objectivos preconizados. «Se eu disser que esta paralisação não trará consequências, estaria a ser desonesto. A interrupção de qualquer ciclo de preparação traz implicâncias, cria desconcertação e obriga a que o trabalho seja refeito, de alguma forma». Para a prova sob a égide da World Skate África, constam da convocatória os atletas Dorivaldo Francisco, Wilson de Castro, Bernardo Domingos, Estêvão Dala, Adilson Diogo, Nilson Muiope, Fábio Faria, Francisco Eduardo, Erivaldo Domingos, Sérgio Lukukurico, João Furtado, José Albano, Mauro de Carvalho, Argentino Agostinho e Airton Chissanga. Todo direito: Jornal de Angola

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É NOTÍCIA: Tony Kikanga refere que a modalidade de Boxe em Angola morreu

Durante o Programa “Recordar e Viver”, da Rádio Cinco, emitido no último domingo, 21, na Cidade do Porto, em Portugal, teve como convidado o ex-pugilista Tony Kikanga, que conquistou vários títulos ao serviço do Boavista, SL e Benfica, Team Elite e da selecção de Angola. Para Tony Kikanga, a modalidade do boxe em angola está morta devido à falta de massificação aonde há talento. «Em angola o boxe está morto, passaram várias gerações e não houve sequência. Haviam competições de boxe no mundo onde angola colocava 4 atletas, mas hoje, não se vê mais isso. Para mim, o boxe em Angola está morto». Tony Kikanga, que ostenta mais de 12 títulos da modalidade, lamentou a falta de apoio aos clubes existentes e pediu para que o Ministério da Juventude e Desportos apoie as academias em angola a exemplo do que acontece noutras partes do mundo. «Em angola não há formação de verdade para pugilistas. O Ministério dos desportos devia apostar mais na formação, tinha que se fazer distribuição de materiais de boxe nos bairros da Mabor, Cazenga, Palanca e Sambila, onde há muito talento. Aqui há ginásios sem qualquer condições como sacos e outros meios necessários». O ex-campeão do mundo de categoria recordou que actualmente os pugilistas nacionais existentes ainda são do seu tempo, pelo que considera um fracasso. «Se reparar os pugilistas de angola ainda continuam a ser os mesmos do meu tempo. Os “Piterflow, Manuel Domingos e tantos outros. Daí que digo que em Angola não estamos a apostar na formação do boxe. A modalidade regrediu. Antigamente tínhamos camoeonatos mas agora não há nada disso», considerou. A ex-estrela do boxe angolano, Tony Kicanga, em 2013 foi campeão mundial de boxe profissional da versão do Conselho Universal de Boxe (UBC). Na altura, o facto mereceu reverência do então Presidente José Eduardo dos Santos, numa mensagem de felicitação a Tony Kicanga pela conquista do primeiro título de campeão de boxe profissional na versão do Conselho Mundial de Boxe (UBC), na categoria de meio pesado, 76 quilos. Residente em Portugal desde 1990, representou vários clubes locais, desde o Algés ao Boavista e FC Porto. Actualmente a sua última equipa a representar foi o Health Clube de Lisboa. No seu currículo, tem títulos de campeão nacional angolano, em 1989, e português, de 1993, 1994 e 1995. O angolano foi finalista do mundial hispano em 1996, conquistou a medalha de bronze nos Jogos Africanos em 1995, no Zimbabwe, e ouro em 1999 em Luanda. Como pugilista profissional, ostenta 12 títulos da versão da Associação Mundial de Boxe da Transcontinental (TWBA).

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É NOTÍCIA: Federações com tempo limite para adaptar «Estatutos à Lei Anti-doping»

As distintas Federações e Associações desportivas têm até 18 de Setembro, prazo limite, para adequarem os Estatutos e Regulamentos à Lei Angolana Anti-Doping, aprovada a 19 de Maio do ano em curso, sob pena de perderem o estatuto de Instituições de Utilidade Pública. O facto foi anunciado, ontem, quinta-feira, 18, durante a palestra de educação anti-doping, realizada na Galeria dos Desportos, numa iniciativa do Centro Nacional de Medicina do Desporto (CENAMED), destinada a jornalistas desportivos. Nas vestes de director do CENAMED e oficial da Associação Internacional de Testagem (ITA), João Mulima fez saber que na ausência de uma entidade nacional de controlo anti-doping, cabe ao Comité Olímpico fiscalizar as instituições, cujos documentos já estão em conformidade com a Lei. «Após conformarem a documentação podem voltar a adquirir o estatuto de Instituição de Utilidade Pública e, consequentemente, contarem com o apoio do Estado. As diferentes instituições devem, também, divulgar a lista de substâncias proibidas e as regras. A Lei obriga as Federações, Associações e comités a solicitarem a realização de testes durante as competições e custeá-los. Fora do país, o Governo assume as despesas. Face à nossa realidade teremos mais testes feitos fora do território nacional», explicou. Ao chamar os jornalistas, o director do CENAMED pretende contar com a ajuda dos profissionais de Comunicação Social para informar, mobilizar e prevenir os agentes desportivos a não enveredarem pelo consumo de substâncias proibidas. A Lei Angolana, aprovada em Maio, conta com seis capítulos, outras tantas secções e 72 artigos. Educação, dissuasão, detecção, cumprimento e legislação são os cinco pilares da estratégia de luta anti-doping previstas no Código Mundial. A nível mundial existem cinco agências regionais anti-doping. África conta com um laboratório, América (cinco), Ásia (seis), Europa (17) e Oceânia um. No total são 30 laboratórios de testagem certificados. Segundo Mulima, a instalação de um laboratório tem elevados custos financeiros, na ordem de 50 milhões de dólares, ao passo que quatro a cinco mil USD anuais podem estar relacionados à manutenção. Os tipos de doping podem ser farmacológicos, tecnológicos, sanguíneos e genéricos, sendo a urina e o sangue as amostras. «Devido ao elevado custo, muitos laboratórios deixam de funcionar. Mas voltam a ser certificados, após a criação das condições exigidas pela Agência Mundial. Cada teste custa 600 dólares, mas não sai do bolso do atleta, a menos que solicite um contra-teste», sublinhou o médico. Segundo o especialista, só existe doping no desporto, fora da actividade desportiva deve ter outra terminologia. «É considerado doping toda a substância capaz de melhorar a performance do atleta, prejudicar a saúde, e que fere a verdade e a ética desportiva». Mulima afirmou ainda que: «A Lei Anti- doping não aceita ignorância. O atleta não pode dizer que consumiu a substância por falta de conhecimento. Por isso, a lista é aprovada anualmente e divulgada em todos os países. O jogador conhece as regras da modalidade que pratica, e deve, também, ter conhecimento sobre a Lei». Todo direito: JA.

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É NOTÍCIA: Zein Aidibi diz ter parceria com Minjud para vestir selecções nacionais com PUMA

A Sociedade Visuro tem um pré-acordo com o Ministério da Juventude e Desportos, desde Maio último, para vestir todas as selecções nacionais com marca Puma. «A parceria com a Puma não foi por acaso, pois partilhamos da mesma visão, e Visuro significa visão no futuro. Futuro este que será próspero, apostando na educação através do desporto, no qual assumimos o compromisso em continuar a apoiar», afirmou Zein Aidibi. Em declarações ao Jornal de Angola, o também responsável da Sociedade Visuro, que detém os direitos da marca Puma no país, disse ainda que o facto dos angolanos serem bons praticantes, além de referência obrigatória em África no basquetebol, andebol e lutas, só para citar estas, são indicadores suficientes para manter a aposta. «Acreditamos que a prática regular da actividade física e o desporto beneficiam, quer fÍsica, quer mentalmente, toda a população, homens ou mulheres de todas as idades», referiu. Aquando da inauguração da primeira loja oficial da marca alemã, em Junho, a titular da Juventude e Desportos, Ana Paula do Sacramento Neto, a quem coube fazer corte da fita, disse na ocasião que os atletas das distintas selecções nacionais passarão a ter um incentivo extra para competir, com o possível acordo de patrocínio. «Um atleta vestido com uma marca de renome, à partida tem um incentivo extra para competir. É precisamente isso que pretendemos; que as distintas selecções estejam bem equipadas e que o nosso desporto atinja outros patamares», sublinhou. Todo direito: JA.

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É NOTÍCIA: TPA Desporto será inaugurada ainda este ano garante ministro Manuel Homem

O ministro das Tecnologias de Informação e Comunicação Social ( MINTTICS), Manuel Homem, garantiu hoje, aquando da inauguração do mais novo canal da Televisão Pública de Angola, denominado “TPA Notícias”, que ainda este ano serão lançados mais dois novos canais, TPA Cultura e TPA Desporto. Na ocasião, o titular da pasta da comunicação social avançou que os canais TPA Cultura e TPA Desporto resultará da fusão do Canal 2 e Palanca TV, projecto que já foi aprovado pelo executivo angolano. Neto Júnior, Administrador de Conteúdos da TPA, disse aos microfones do PLATINALINE que os novos canais vão proporcionar informação temática sobre cultura e desporto, e que de acordo com os planos da Televisão Pública de Angola, o laçamento está agendado para o dia 18 de Outubro do ano em curso. Com a implementação destes dois canais pretende-se de forma geral valorizar e engrandecer as duas áreas por meio de conteúdos em grelha de emissão de televisiva.

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