Polêmica

É NOTÍCIA: Caf suspende árbitro ”VAR” do jogo Al Ahly vs Raja

ADIDAS Originals BLACK 'Samba 62 Super' sports shoes air jordan 2 cement grey Mehdi Abid Charef, árbitro argelino shoes that look like jordan 4s que esteve no Vídeo-árbitro na partida da primeira mão dos quartos-de-final entre as equipas do Al ahly do Egipto e o Raja Casablanca do Marrocos, um jogo ganho pelos egípcios por (2-1), foi suspenso pelo Comité de Árbitros da Confederação Africana de Futebol (CAF). Charef é culpado por enganar o árbitro congolês Jean Jacques Ndala, que apitou um penálti por, supostamente, a bola ter ido à mão de um defesa do Raja Casablanca. Entretanto, depois de analisado, o Comité de Árbitros da CAF entendeu que claramente a bola bateu no braço do jogador. O VAR prendeu o árbitro congolês e ofereceu-lhe um plano de acção enganosa para que ele concedesse um penálti ao clube do Cairo, contra a formação marroquina, enquanto o melhor plano, o da TV, fosse deixado de lado. Mehdi Abid Charef foi suspenso provisoriamente e deverá apresentar-se ao Comité de Disciplina da CAF nos próximos dias. www.bolaemcampo.ao

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É NOTÍCIA: Angolano do Benfica está ‘depressivo’ por insultos racistas

Sandro Cruz: «Quando estás em depressão parece que nada faz sentido. Estou numa fase má» Jovem defesa do Benfica B revela estar a atravessar uma fase difícil a nível pessoal, uma semana depois de ter sido alvo ADIDAS Originals BLACK 'Samba 62 Super' sports shoes de insultos racistas Sandro Cruz, defesa-esquerdo do Benfica B, revelou estar a atravessar uma fase difícil a nível pessoal, que lhe retirou parte do gosto pelo futebol. «Infelizmente não estou a conseguir desfrutar ao máximo do futebol… não me sinto bem, nem feliz porque a nível mental não estou no meu máximo, por mais talento que tenhas quando estás em depressão parece que nada faz sentido… estou numa fase má, mas estou a trabalhar para melhorar», disse o jovem defesa encarnado, de 20 anos, numa publicação no Twitter. Todo direito: Record pt.

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É NOTÍCIA: Incumprimento salarial faz militares não jogar os playoffs do Nacional de Basquetebol

Os jogadores da equipa sénior masculina de basquetebol do 1º de Agosto negam-se a disputar com o Petro de Luanda, na próxima quinta-feira, a partida das meias-finais do campeonato nacional sénior masculino de basquetebol, devido a incumprimentos salariais por parte da direcção do clube do Rio Seco liderada pelo presidente Carlos Hendrick. Os jogadores treinam para defrontar o Petro na próxima quinta-feira.Hoje, por volta das 10h00, a equipa vai comunicar à direcção a intenção de não jogar as meias-finais caso não haja o pronto pagamento dos sete meses de salários em atraso, que afectam os jogadores. Uma fonte do plantel dos “militares” confidenciou ao Jornal de Angola, que a dívida contraída pela direcção do clube central das Forças Armadas Angolanas já começa a ganhar contornos preocupantes. Na última reunião que a direcção manteve com a equipa técnica e jogadores, o presidente Carlos Hendrick prometeu apenas o pagamento de dois dos sete meses de salários em atraso, facto que não está ainda concretizado, criando, deste modo, sérios descontentamentos quer na equipa técnica quer nos jogadores. Diante desta situação, o colectivo de jogadores achou por bem continuarem a treinar, mas sem vontade de defrontar o arqui-rival, Petro de Luanda, nas meias-finais. «Nós, jogadores, temo-nos pautado pelo profissionalismo e jogamos muito pela honra do clube. Os últimos resultados são fruto disso mesmo, mas é necess air jordan 2 cement greyário dar um basta, porque há promessas atrás de promessas, que não são cumpridas. Não vamos terminar a época nestas condições, é demais. Temos família para sustentar, sete meses sem salário ninguém aceita isso. Por isso, se não pagarem não vamos jogar e está decidido», disse a fonte. O 1º de Agosto apurou-se, no passado sábado, às meias-finais do Campeonato Nacional sénior masculino de basquetebol, ao derrotar o Vila Clotilde, por 83-75, em partida dos quartos-de-final, disputada no pavilhão Victorino Cunha. As meias-finais do Campeonato Nacional serão disputadas a melhor de três jogos. Fonte: JA

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É NOTÍCIA: Roque Sapiri atira a toalha ao tapete e refere que é sempre o único a falar quando tudo vai mal

Após a derrota em casa frente ao Interclube, por (2-1), para a 26ª jornada do Girabola, o técnico do Sagrada Esperança, Roque Sapiri, deixou nas entrelinhas que dá como perdida a luta pelo título. O jovem treinador, em entrevista à Rádio Cinco no final do jogo, disse que apesar de tudo acredita na sua equipa. «Infelizmente não vencemos. Mas não vejo motivos para desacreditar a minha equipa. Acredito que jogámos a um bom nível. Mas não sei se ainda conseguimos chegar ao título. Mas é esta equipa que é campeã. Infelizmente sou sempre a única pessoa que aparece para responsabilizar Nike Purple Air Force 1 Low Retro Premium Sneakers àquilo que é a realidade da equipa», disse. O Sagrada Esperança, que apesar da derrota continua na segunda posição com 56 pontos, vai agora lutar para garantir a segunda posição do campeonato nacional da primeira divisão, vulgo Girabola. Recorde-se que os Lundas são os detentores do título do Girabola e têm, também, o registo do melhor marcador da presente edição do Girabola, que é Laurindo Depú, que está em rescisão de contrato.

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É NOTÍCIA: Ex-técnico do Recreativo da Caála faz revelações “mesquinhas” sobre futebol angolano

«Em Angola, queria trabalhar à noite e falhava a luz, só de velas. Estive cinco dias sem tomar banho, a lavar-me só com o creme do corpo». A lição de vida sobre partilha que um pequeno grupo de crianças mutiladas pela guerra lhe deu, em Angola, levou Jorge Paixão, de 56 anos, a abraçar causas sociais, não só em África como na China. O treinador português, que lidera a equipa do Rayon Sports, no Rwanda shoes that look like jordan 4s, fala sobre essas experiências fora de Portugal, mas também da sua passagem no sítio certo mas à hora errada pelo SC Braga. Da Madeira foi treinar o Recreativo do Caála, de Angola. Como surgiu essa oportunidade? Recebi uma chamada do Carlos Janela, que era empresário e tinha sido também director de clubes. O Caála procurava treinador e veio a Portugal entrevistar cinco treinadores. Dos cinco que entrevistaram, eu era o único que ainda não tinha treinado ligas profissionais. Mas eu já fazia um documento do meu trabalho, como se fosse o meu bilhete de identidade, e quando fui à entrevista, no Hotel Sheraton, levei esse dossiê. Estava lá o meu modelo de jogo, como treinava, como organizava, todo o meu trabalho. Conversámos e o presidente disse-me no final da entrevista: “Mister, gostei muito de falar consigo. Tenho de lhe dar os parabéns, você foi o único treinador que trouxe alguma coisa para nós vermos”. Passados dois dias ligaram-me a dizer que eu tinha sido o escolhido. O que o levou a aceitar?O desafio era giro e eu nunca tinha treinado uma liga profissional, nunca tinha tido a oportunidade, porque não tinha empresários, nunca andei nos meandros, nunca andei pela rua escura, andei sempre pela rua clara, nunca andei a ligar para diretores a dizer que queria treinar, nunca fui ver jogos de colegas meus quando eles estavam na corda bamba. Nunca andei a proporcionar encontros nas alturas certas, nunca me vendi a ninguém, nunca me prostitui, por assim dizer. Quando fui para Angola, era uma grande oportunidade, porque ía para um país estrangeiro, com um contrato muito bom financeiramente, nada a ver com o que ganhava aqui. Sentiu um grande choque quando aterrou em Angola?Enorme. A guerra não tinha acabado há muito tempo, passei muito mal, mas gostei muito. O primeiro choque foi quando cheguei e vi uma cidade parcialmente destruída. Huambo.Sim, Huambo. Para ter uma ideia, as pessoas foram mostrar-me uma casa para habitar e a entrada do prédio tinha um buraco de uma bomba, não havia porta, não havia nada, era um buraco. Começamos a subir as escadas e era aos saltinhos, porque faltavam degraus. Não podia viver ali. Fui para um aparthotel onde vivíamos todos, jogadores incluídos. Não me sentia muito confortável porque parecia que estava a controlar os jogadores a toda a hora. Levaram-me depois para outro local que não era mau, mas tinha algumas dificuldades. A seguir fui viver para o hotel Ritz do Huambo, que de Ritz só tinha o nome. Então?Eu estava no 3.º andar e todos os dias tinha de ir pelas escadas porque não havia luz para o elevador; limpavam-me o quarto de 15 em 15 dias. E era um hotel novo. A seguir encontrei uma casa e fui viver para lá com o adjunto Nuno Guia e o fisioterapeuta. A casa era uma moradia antiga, na zona alta do Huambo, mas ainda se viam os buracos das balas nas paredes. Resumindo, eu não tinha água a maior parte das vezes, nem luz. Acabava o combustível do gerador muitas vezes quando estávamos a trabalhar à noite e tínhamos de acender uma vela. Todo direito: Jornal Expresso.

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Em Angola, queria trabalhar à noite e falhava a luz, só de velas. Estive cinco dias sem tomar banho, a lavar-me só com o creme do corpo” A lição de vida sobre partilha que um pequeno grupo de crianças mutiladas pela guerra lhe deu, em Angola, levou Jorge Paixão, de 56 anos, a abraçar causas sociais, não só em África como na China. O treinador português que lidera a equipa do Rayon Sports, no Ruanda, fala sobre essas experiências fora de Portugal, mas também da sua passagem no sítio certo mas à hora errada pelo SC Braga. Da Madeira foi treinar o Recreativo do Caála, de Angola. Como surgiu essa oportunidade? Recebi uma chamada do Carlos Janela, que era empresário e tinha sido também diretor de clubes. O Caála procurava treinador e veio a Portugal entrevistar cinco treinadores. Dos cinco que entrevistaram, eu era o único que ainda não tinha treinado ligas profissionais. Mas eu já fazia um documento do meu trabalho, como se fosse o meu bilhete de identidade, e quando fui à entrevista no Hotel Sheraton levei esse dossiê. Estava lá o meu modelo de jogo, como treinava, como organizava, todo o meu trabalho. Conversámos e o presidente disse-me no final da entrevista: “Mister, gostei muito de falar consigo. Tenho de lhe dar os parabéns, você foi o único treinador que trouxe alguma coisa para nós vermos”. Passados dois dias ligaram-me a dizer que eu tinha sido o escolhido. O que o levou a aceitar?O desafio era giro e eu nunca tinha treinado uma liga profissional, nunca tinha tido a oportunidade, porque não tinha empresários, nunca andei nos meandros, nunca andei pela rua escura, andei sempre pela rua clara, nunca andei a ligar para diretores a dizer que queria treinar, nunca fui ver jogos de colegas meus quando eles estavam na corda bamba. Nunca andei a proporcionar encontros nas alturas certas, nunca me vendi a ninguém, nunca me prostitui, por assim dizer. Quando fui para Angola, era uma grande oportunidade, porque ía para um país estrangeiro, com um contrato muito bom financeiramente, nada a ver com o que ganhava aqui. Sentiu um grande choque quando aterrou em Angola?Enorme. A guerra não tinha acabado há muito tempo, passei muito mal, mas gostei muito. O primeiro choque foi quando cheguei e vi uma cidade parcialmente destruída. Huambo.Sim, Huambo. Para ter uma ideia, as pessoas foram mostrar-me uma casa para habitar e a entrada do prédio tinha um buraco de uma bomba, não havia porta, não havia nada, era um buraco. Começamos a subir as escadas e era aos saltinhos, porque faltavam degraus. Não podia viver ali. Fui para um aparthotel onde vivíamos todos, jogadores incluídos. Não me sentia muito confortável porque parecia que estava a controlar os jogadores a toda a hora. Levaram-me depois para outro local que não era mau, mas tinha algumas dificuldades. A seguir fui viver para o hotel Ritz do Huambo, que de Ritz só tinha o nome. Então?Eu estava no 3.º andar e todos os dias tinha de ir pelas escadas porque não havia luz para o elevador; limpavam-me o quarto de 15 em 15 dias. E era um hotel novo. A seguir encontrei uma casa e fui viver para lá com o adjunto Nuno Guia e o fisioterapeuta. A casa era uma moradia antiga, na zona alta do Huambo, mas ainda se viam os buracos das balas nas paredes. Resumindo, eu não tinha água a maior parte das vezes, nem luz. Acabava o combustível do gerador muitas vezes quando estávamos a trabalhar à noite e tínhamos de acender uma vela. Todo direito: Jornal Expresso.

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É NOTÍCIA:FAF suspende equipas de arbitragem envolvidas no ‘escândalo’ da segundona

A FAF já teve a primeira reacção de forma severa quanto aos dois jogos do Zonal de Apuramento ao Girabola 2022-23, onde estiveram envolvidas as equipas do Desportivo Mundo Verde, JDM do Dala do Cuanza Sul, Malanje Sport Clube e Baixa de Cassanje. Na primeira partida, o Mundo Verde venceu por 22-1 o JDM, facto que suscitou dúvidas sobre a verdade desportiva, sendo que no outro jogo, o Malanje Sport Clube venceu o Baixa de Cassanje, por 26-0. No jogo entre Desportivo Mundo Verde e JDM do Dala, teve como equipa de arbitragem o comissário Cardoso Costa; o árbitro Miguel Américo; 1° Assistente Bernardo Serafim; 2° Assistente Floriano Cawala; 4° Árbitro Ezequiel Dumbo. Enquanto que no jogo entre o Baixa de Cassange e Malanje Sport Clube teve como equipa de arbitragem o comissário Dongala Mendes; Árbitro Miguel Américo; 1° Assistente Bernardo Serafim; 2° Assistente Floriano Cawala; 4° Árbitro Ezequiel Dumbo. Assim sendo, no seu comunicado, tornado público ontem, quinta-feira, 21, a Federação Angolana de Futebol (FAF) decidiu suspender as referidas equipas de arbitragem envolvidas na combinação de resultados. As partidas eram referentes à 10ª e última jornada da série B do Zonal de Apuramento ao Girabola 2022/2023. Leia na íntegra. «Apraz-nos informar que em relação à questão do cumprimento do horário para estes jogos que tinham recomendações específicas para o início às 15 horas, não justifica quaisquer razões para os mesmos terem começado: Baixa de Cassange Vs Malanje Sport Clube, 30 minutos antes do horário estipulado, eDesportivo Mundo Verde Vs JDM do Dala, 1h e 5 minutos antes do início, são suspensas as equipas de arbitragem, pelo facto de não serem capazes de cumprirem o recomendado». A Federação Angolana de Futebol suspendeu os árbitros de todas actividades desportivas até a conclusão do inquérito a ser instaurado pelo Conselho de Disciplina.

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É NOTÍCIA:Pedro Gonçalves põe fim a Cliton Mata. Gelson Dala recebe alerta do treinador

Parece que Pedro Gonçalves está decidido a mudar o actual cenário da selecção nacional quanto as constantes ausências de jogadores sem justificações convincentes para os compromissos da selecção angolana. Quem fica de fora definitivamente é o defesa direito Clinton Mata, que actua no Club Bruges da Liga Belga, que na última convocatória para data FIFA não se fez presente na concentração em Rio Maior, Portugal, sem dar qualquer justificação. Pedro Gonçalves fez saber que já não conta com o jogador para os futuros compromissos. «Foi ele quem me ligou a dizer que estava disponível para servir a selecção. Mas a dado momento não respondia as chamadas. Já não vamos contar com ele», disse. Pedro Gonçalves, em entrevista à Rádio Cinco, nesta manhã de quinta-feira, 21, anunciou que, doravante, só vai contar com jogadores que estejam comprometidos com a pátria. Questionado sobre as constantes ausências de Gelson Dala nas últimas convocatórias, o técnico deixou um alerta ao avançado do Al Khra FC do Qatar. «Quanto ao Gelson Dala, deve comprometer-se com a pátria. Pelos motivos que temos vindo a notar, leva-me a crer que não está interessado em representar a selecção angolana». Pedro Gonçalves já começou a preparar administrativamente as eliminatórias de acesso ao Campeonato Africano das Nações Africanas (CAN), que será disputado na República da Costa do Marfim, em 2023. Os Palancas Negras figuram no grupo-E com as selecções do Ghana, República Centro-Africana e Madagáscar. O primeiro jogo será entre os dias 27 ou 28 de Maio, frente à Madagáscar, no Estádio 11 de Novembro.

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É NOTÍCIA: Técnico de Guarda-redes do D’Agosto “detido” no 22 de junho

O técnico de Guarda-redes do 1º de Agosto, Hélder Silva, esteve algemado por alguns minutos no Estádio 22 de Junho, por desacato às autoridades polícias que faziam o asseguramento da partida entre as equipas do Interclube e do 1ºde Agosto, que jogaram para os quartos-de-final da Taça de Angola. Hélder foi liberto minutos depois com a intervenção da direcção do Interclube. Um caso que deixou agastado a direcção do 1º de Agosto, que tão prontamente interveio para resolver a situação que envolveu o técnico de Guarda-redes.

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É NOTÍCIA: Viaturas para servir equipas no Can dos camarões estão desaparecidas

Dos 90 outocarros adquiridos para apoiar as equipas e adeptos durante o Campeonato Africano das Nações (CAN) dos Camarões, 89 estão desaparecidas, relata a imprensa camaronesa nesta terça-feira,19. O desaparecimento dos 89 autocarros está a merecer várias reacções dos agentes desportivos dos Camarões, dois meses após a cerimónia de encerramento do torneio que coroou a selecção do Senegal. Por sua vez, Samuel Eto’o, presidente da Federação Camaronesa de Futebol, suspendeu o Secretário-geral da (FECAFOOT), Didier Banlock, por má gestão financeira e suspeita de corrupção em vários contratos públicos. A notícia é avançada pelo jornalista Riphin Ngoppe, do site Voz do Moungo. www.bolaemcampo.ao

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