Internacional

É NOTÍCIA: Moïse Katumbi fala da não ida de Trésor Mputu à europa

nike air jordan 1 outlet air jordan 1 high skyline Trésor Mputu, um dos maiores talentos da República Democrática do Congo, nas duas últimas décadas, apenas teve um único clube fora do Congo, o Kabuscorp do Palanca. Com um grande potencial, Trésor Mputu foi simplesmente um jogador que marcou o futebol africano pela sua qualidade técnica. Muitos amantes FledermausShops – mens air jordan 4 legacy coach jacket Mid SE Iridescent air jordan 1 high skyline CK6587 – 100 Release Date Info , air jordan retro x nike jordan why not zer01 black gym redblack new year deals do futebol africano acreditavam que o actual jogador do TP Mazembe faria uma grande carreira se fosse ao futebol europeu. Mas, o mesmo nunca quis deixar o seu país, excepto uma curta passagem pelo Girabola, representando o clube angolano Kabuscorp do Palanca. Moïse Katumbi, proprietário do TP Mazembe, que forjou o Mputu, explica em entrevista à rdcfoot, por que razão seu “filho” nunca quis tentar a sorte na Europa, apesar do Arsenal, Nice, Marselha e Lille terem feito oferta ao jogador congolês. «Trésor Mputu até foi para o Arsenal. Vocês podem perguntar ao treinador Arsene Wenger. O Trésor treinou com Fabregas, Adebayor… Mas não quis ficar na Europa. A certa altura, fui mal falado por acharem que não queria libertar o jogador. O próprio presidente Constant Omari FECOFA disse-me que você está bloqueando o Trésor Mputu. Pedi-lhe que lhe encontrasse um clube. Ele foi com Trésor para Nice. Disponibilizei meu avião para levar Mputu a Nice, chegando lá, ele abandonou o clube». Moïse revelou, durante a entrevista, que o ex-jogador do Kabuscorp negou vários clubes europeus e da Ásia, para continuar na RDC, pelo que considera amor ao país. «Depois, Mputu deveria ir jogar no Qatar, mas uma semana depois ele mesmo voltou. Existem jogadores assim. Eles amam o seu país. E estes são jogadores muito raros. Para mim, é uma qualidade particular. Mputu queria continuar servindo o seu país. Havia um jogador no Egipto, chamado Mohamed Aboutreika, tinha o mesmo pensamento air jordan 2 cement grey que Mputu. Ele também não deixou o seu país. Aboutrika fez a sua carreira no Al Ahly. Devemos também fazer uma distinção entre o jogador que ama o dinheiro e aquele que ama o país», concluiu. Actualmente, o internacional congolês democrático Trésor Mputu está ainda a representar o TP Mazembe, e recentemente foi chamado à selecção congolesa para o jogo de apuramento ao Mundial do Qatar 2022, onde os Leopardos vão defrontar, na primeira mão, a selecção do Marrocos no dia 26 de Março, em Kinshasa, às 16 horas.

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É NOTÍCIA: 75% dos jogadores não querem Copa de dois em dois anos

Uma pesquisa realizada pela Fifpro, o sindicato dos jogadores, com 1.000 jogadores profissionais de futebol, indica que 75% deles são contra a realização de uma Copa do Mundo a cada dois anos. Estes também acreditam que a sua opinião, assim como seu bem-estar, não é suficientemente levada em conta pelos órgãos internacionais. Gianni Infantino, presidente da FIFA. “Três em cada quatro jogadores profissionais querem manter o formato de uma Copa do Mundo a cada quatro anos. É com essa conclusão que o Fifpro, sindicato que representa os jogadores, divulgou os resultados de sua pesquisa sobre a realização de uma Copa do Mundo a cada dois anos. Entretanto, embora a ideia seja fortemente defendida por Gianni Infantino, o sindicato consultou 1.000 futebolistas profissionais de 70 nacionalidades diferentes para colher sua opinião sobre a questão. E o resultado é definitivo. 75% dos jogadores do painel são contra a mudança para uma Copa do Mundo a cada dois anos, como Kylian Mbappé, que recentemente se posicionou. Um número que sobe para 77% entre os jogadores europeus e asiáticos, contra 63% para os jogadores do continente americano. Por outro lado, a nível do continente africano, as opiniões estão longe de ser resolvidas. São 51% dos jogadores africanos questionados para uma Copa do Mundo a cada dois anos ou a cada três anos, 49% são pela manutenção do formato actual. Um resultado bastante alinhado com os dirigentes da Confederação Africana de Futebol, a favor da reforma liderada pelo Presidente Infantino. Os jogadores sentem que não são ouvidos o suficiente. A pesquisa indica um apego particular dos jogadores à Copa que não são ouvidos. Em outra descoberta importante da pesquisa, a maioria dos jogadores classifica a Copa do Mundo e sua liga nacional como suas competições favoritas. “As ligas nacionais estão entre as competições de estrelas aos olhos dos jogadores, o que sublinha a importância de proteger e fortalecer estes campeonatos (…) Fifpro. Eles estão 81% entre os 1000 jogadores questionados para colocar no topo das suas preferências o campeonato nacional, ou o Mundial em seu formato clássico a cada quatro anos. Resta air jordan 2 cement grey saber se esses dados serão levados em consideração pela FIFA, a pesquisa da Fifpro também indica que apenas 21% dos jogadores acham que sua voz é respeitada e que seu bem-estar é devidamente levado em consideração. «Esta pesquisa destaca a necessidade de mais estruturas de negociação colectiva em nosso sector, especialmente ao nível internacional», disse Jonas Baer-Hoffmann, Secretário-geral do Sindicato. Embora esse projecto de mudança para uma Copa do Mundo a cada dois anos seja contestado pelas federações europeias e sul-americanas, a Fifpro pretende continuar as suas consultas com os jogadores.

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É NOTÍCIA: Técnico do Wydad diz que Sagrada Esperança “é uma equipa interessante”

O técnico do Wydad Athletic do Marrocos, Walid Regragui, começou ontem, terça-feira, 08, a preparar o jogo da primeira jornada do grupo D, da fase de grupos da Liga dos Clubes Campeões de África, frente ao campeão angolano Sagrada Esperança. Regragui disse que o jogo de sexta-feira, no Stadiun Mohammed V, é para vencer. O técnico do Wydad disse que já estudou a equipa angolana que, segundo ele, a equipa angolana é uma equipa interessante. «Mas os nossos objectivos estão bem definidos. Vamos para vencer este jogo e somar os primeiros pontos na classificação», disse. O jogo está marcado para esta sexta-feira, 11, no Estádio Mohammed V, às 20 horas. A formação marroquina, que lidera a Botola Pro, com 36 pontos, tem todo plantel à disposição para o jogo frente ao segundo classificado do Girabola com 44 pontos.

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É NOTÍCIA: Tomás Faria vê Superliga como nova era para futebol africano

Após ter estado na reunião do Comité Executivo da Confederação Africana de Futebol (CAF), realizada no último sábado, 05, em Douala, Camarões, com os presidentes dos clubes com maior ranking no futebol africano, cujo mote do encontro visou abordar a criação da Superliga Africana, dentro dos próximos dois anos, Tomás Faria, presidente do Petro Atlético de Luanda, entende que o surgimento da prova vai ajudar a desenvolver o futebol africano bem como dar sustentabilidade financeira aos clubes que dela participarem. «As linhas do projecto passam por mudar a forma de fazermos futebol em África nas mais variadas vertentes, como competitiva, sustentabilidade, visibilidade e outras vertentes. A ideia é nós, os clubes, podermos contar com os nossos melhores atletas que evoluem aqui em África», almejou. Tomás Faria disse que o órgão reitor do futebol africano poderá fazer uma comunicação de como vai funcionar a Superliga. «Após os arranjos e as contribuições que a CAF recebeu na reunião, poderá depois fazer uma comunicação, em que teremos, então, todos os detalhes de como irá funcionar o futebol a nível de África»,disse. Para o presidente do Petro de Luanda, não há dúvidas de que a medida vai desenvolver o futebol no continente. «É um projecto ambicioso e acreditamos que o futebol africano vai se desenvolver, ou seja, estamos numa revolução do futebol e numa nova era para esta modalidade», entendeu. A “Superliga Africana” pode começar em 2024, numa fase inicial com 10 a 12 equipas mais cotadas do futebol africano. Petro e 1º de Agosto podem ser as beneficiadas da primeira fase do torneio, que dará maior sustentabilidade financeira aos clubes africanos. Fala-se que na primeira fase, cada clube poderá encaixar de 20 a 12 milhões de dólares.

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É NOTÍCIA: Conheça clubes africanos que disseram “sim” à Superliga africana

Amanhã realiza-se, numa das unidades hoteleiras de Yaoundé, Camarões, a reunião do Comité Executivo da Confederação Africana de Futebol (CAF), para provar o surgimento da Superliga Africana. O Bola Em Campo dá-lhe a conhecer as equipas que deram o aval positivo para o surgimento da Liga. Mamelodi Sundowns, África do Sul; Zamalek do Egipto; Simba SC da Tanzânia; Gor Mahia do Quênia; Wydad Athletic do Marrocos; Etoile du Sahel da Tunísia; TP Mazembe da RDC; Hilal do Sudão; Dínamos da Zâmbia; Djoliba e ASEC Mimosas da Costa do Marfim.

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É NOTÍCIA: CAF chama Petro e D’Agosto para abordar Supertaça Africana

A Confederação Africana de Futebol (CAF) parece estar mesmo decidida em arrancar com a Supertaça Africana. Para o efeito, o órgão reitor do futebol africano vai reunir amanhã, sábado, 5, com alguns representantes de clubes africanos, em Yaoundé, capital dos Camarões. O encontro será orientado por Patrice Motsepe, e terá como convidado o Presidente da Federação Internacional de Futebol Associado (FIFA) Gianni Infantino. Angola estará representada por dois clubes; Petro de Luanda, presidido por Tomás Faria, e Paulo Maguejo, Vice-presidente do 1º de Agosto. O encontro, que vai definir o “timing” da Superliga Africana de Clubes, acontece amanhã, às 12 horas, num dos hotéis da cidade de Yaoundé. Entretanto, a ideia da criação da Superliga nasceu nike air jordan 1 outlet na Europa, mas acabou por ser rejeitada por vários clubes, que viram a ideia como sendo um desrespeito aos clubes com menos recursos financeiros do velho continente, embora equipas como Real Madrid, Bayern Munique, PSG e Manchester City tenham FledermausShops - mens air jordan 4 legacy coach jacket Mid SE Iridescent CK6587 - 100 Release Date Info , air jordan retro x nike jordan why not zer01 black gym redblack new year deals inicialmente aceitado a ideia da criação da prova.

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É NOTÍCIA: Horas antes do jogo CAF pune selecção do Egipto

O Comité de Disciplina da Confederação Africana de Futebol (CAF) decidiu penalizar as selecções do Egipto e Marrocos, devido aos acontecimentos registados no final da partida entre as duas equipas, para os quartos-de-final da prova africana a nível de selecções. Assim sendo, Sufian Boufal e Sufian Gamal, dois jogadores da equipa dos Leões do Atlas, denominação da selecção Marroquina, foram suspensos por dois jogos. A Federação marroquina deve pagar uma multa de 10 mil dólares norte-americanos. Quanto aos egípcios, foram multados num total de 50 mil dólares, 25 mil dólares por má conduta e suspensão ao jogador Marwan Daoud, com dois jogos. O assistente de Roger Powell ficou suspenso com 4 jogos. A Federação egípcia vai pagar ainda mais 25 mil dólares pelo facto do treinador português Carlos Queirós não ter comparecido à conferência de imprensa.

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É NOTÍCIA: Cinco países africanos candidatos à Copa do Mundo 2030

Para o Campeonato do Mundo de Futebol, FIFA 2030 World Cup, já circulam as candidaturas para albergar a maior cimeira do futebol mundial, cujo grande destaque recai para 5 países africanos que manifestaram o desejo de realizar a prova. Ora, depois da África do Sul, em 2010, países como Marrocos, Camarões, Egipto, Tunísia e Argélia surgem como potenciais candidatos para o mundial de 2030. Argélia, Marrocos e Tunísia lançaram uma candidatura conjunta. Marrocos, já com experiência de campeonatos FIFA, como o mundial de clubes, surge também de forma individual, para além da colectiva. Patrice Motsep, presidente da CAF, acredita ser possível fazer-se história e trazer o mundial pela segunda vez no continente berço.

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É NOTÍCIA: Proposta dos Emirados desviou Tony do 1º de Agosto

Tony Ribeiro esteve muito perto de representar o plantel do 1º de Agosto, nesta segunda volta do Girabola, mas as negociações terão falhado devido a uma proposta irrecusável vinda dos Emirados Árabes Unidos (EAU), segundo apurou a redacção do www.bolaemcampo.ao junto do empresário do jogador brasileiro. O avançado foi esta semana oficializado como reforço do Hatta Club do Emirados Árabes Unidos, por ter terminado o seu vínculo contratual com Brusque FC que milita no Campeonato Catarinense do Brasil. Hatta Club, nesta presente época 2021-22, está a competir na Pro League EAU, campeonato da segunda divisão dos Emirados Árabes Unidos. Recorde-se que Tony Ribeiro representou o Petro de Luanda por 4 épocas, tendo conquistado duas Taças de Angola, uma Supertaça e esteve duas vezes na fase de grupos da Liga dos Clubes Campeões de África, representando o conjunto tricolor.

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É NOTÍCIA: Técnico da Gâmbia atira-se contra organização e diz que há filhos e enteados no CAN

Depois de colocar a selecção Gambiana nos quartos-de-final do Campeonato Africano das Nações (CAN), sendo o maior feito da história do futebol daquele país da África central, o treinador belga, Tom Saintvet, mostrou-se triste com o ambiente organizativo do Campeonato Africano das Nações, que decorre nos Camarões. O técnico dos Escorpiões fez revelações surpreendentes, afirmando que várias selecções estão sob péssimas condições de alojamento. «Falar a verdade não agrada a muitos, mas temos 6 jogadores a dividir o mesmo quarto e o mesmo banheiro. A maioria dos jogadores dorme numa cama comum mesmo com a situação da Covid-19 que se vive», revelou. Tom disse haver no campeonato filhos e enteados, referindo-se que o tratamento nunca foi igual para todas às equipas. «O tratamento das equipas nos hotéis deve ser igual. As equipas grandes recebem melhores hotéis e melhores instalações, que não ficam longe dos estádios. Sabemos que somos um país pequeno, mas é preciso haver respeito, estamos aqui para escrever a nossa história, mas alguns jogadores não são respeitados pela organização. É uma pena», lamentou. O técnico belga disse ainda que, está em África há mais de uma década, mas nunca foi tão mal tratado como nos Camarões. «Trabalho em África há 14 anos, e não vi hotéis e estabelecimentos tão ruins quando vi durante minha participação neste CAN que está decorrer aqui nos Camarões», desabafou. A Gâmbia, que carimbou o passe para os quartos-de-final após vencer aGuiné-Conacri, por (1-0), viu cada jogador a receber 10 mil dólares norte-americanos, uma oferta do governo Gambiano, que promete dar mais, caso consigam o apuramento às meias finais quando enfrentarem a selecção de Marrocos.

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