É NOTÍCIA: Empresário de Depú confirma interesse do Petro pelo avançado

Your Voice Ohio Shop – Quality Fashion Products air jordan 3 black cement reimagined Como o Bola Em Campo já havia noticiado o desejo do Petro de Luanda em contar com o avançado Laurindo Depú, que rescindiu o seu vínculo contratual com o Sagrada Esperança da Lunda Norte, eis que o empresário do jogador, António Coloio, em entrevista exclusiva à Rádio Cinco, confirmou nike ja 1 scratch o interesse da direcção tricolor pelo avançado de 22 anos. António Coloio lembra que o Petro de Luanda já havia feito um primeiro contacto quando o avançado representava ainda o Recreativo da Caála, na época 2020-21. «Sempre houve vontade máxima do Petro de Luanda levar o Depú, mesmo antes quando o jogador esteve no Recreativo da Caála. Temos sim, proposta do Petro de Luanda», revelou. António Coloio fez saber que, para além do Petro de Luanda, outras propostas continuam a chegar do futebol europeu. «Temos grandes clubes da europa que querem contar com o Depú, e nunca pusemos de parte, tanto o interesse do Petro de Luanda como de outros clubes», disse. Laurindo Depú, actual melhor marcador do Girabola 2021-22, está em fase de recuperação em Portugal, depois de ter sofrido uma operação cirúrgica no pé esquerdo. O Bola Em Campo sabe ainda que o Vitória de Guimarães havia feito uma proposta para levar Depú, mas este e o seu empresário recusaram a proposta do emblema da primeira liga portuguesa “Liga Bwin “.

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É NOTÍCIA: Angolano do Benfica está ‘depressivo’ por insultos racistas

Sandro Cruz: «Quando estás em depressão parece que nada faz sentido. Estou numa fase má» Jovem defesa do Benfica B revela estar a atravessar uma fase difícil a nível pessoal, uma semana depois de ter sido alvo de insultos racistas Sandro Cruz, defesa-esquerdo do Benfica B, revelou estar a atravessar uma fase difícil a nível pessoal, que lhe retirou parte do gosto pelo futebol. «Infelizmente não estou a conseguir desfrutar ao máximo do futebol… não me sinto bem, nem feliz porque a nível mental não estou no meu máximo, por mais talento que tenhas quando estás em depressão parece que nada faz sentido… estou numa fase má, mas estou a trabalhar para melhorar», disse o jovem defesa encarnado, de 20 anos, numa publicação no Twitter. Todo direito: Record pt.

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É NOTÍCIA: Alexandre Santos no radar de gigantes sul-africanos. Kaizer Chiefs está atento ao técnico português

Depois da passagem às meias-finais, frente ao Mamelodi Sundowns, o técnico português concedeu uma importante entrevista ao site sul-africano Dayli Sun, onde, dentre vários assuntos, abordou o desejo de vir a orientar uma das principais equipas da DSTV Premiership, caso haja interesse no seu trabalho. Alexandre Santos começou por elogiar a beleza de Mzansi, uma cidade que, segundo o técnico português, nunca tinha antes conhecido. O mentor da ‘orquestra’ que deu a inédita passagem ao clube tricolor, diante do poderoso Mamelodi Sundowns, está ser observado por vários clubes da África do Sul. O facto de ter levado a melhor sobre seus os homólogos Manqoba Mngqithi e Rhulani Mokwena com suas tácticas em ambas as mãos, garantindo uma vaga nas meias-finais, fez com aumentasse ainda mais o valor de mercado do técnico português antes desconhecido. Entretanto, Santos foi questionado se estaria aberto a se juntar a um dos grandes clubes do país, como o Kaizer Chiefs, sendo que o Amakhosi, denominação do Kaizer Chiefs, está sem treinador, depois da demissão de Stuart Baxter, após uma série de maus resultados. «Nunca tinha estado na África do Sul. É a primeira vez. É inacreditável. Este é um país incrível, sempre ouvi, mas nunca vi com meus próprios olhos, mas agora vi a organização, as instalações e tudo mais. Este país tem tudo para ser um dos mais fortes de África. Mas para mim, no momento estou feliz por trabalhar no Petro. E, claro, sei que o futuro de todos os treinadores não está garantido», disse. Questionado sobre a boa época que está a desenvolver quer do campeonato doméstico como nas competições africanas, Alexandre Santos fez saber que até ao momento a equipa que dirige apenas tem duas derrotas em todas as competições. «Perdemos apenas duas partidas nesta temporada, mas sei que uma ou duas derrotas podem mudar muitas coisas. Mas eu gostaria de trabalhar na África do Sul, quero trabalhar em qualquer país onde as pessoas acreditem no meu trabalho. O Petro actualmente acredita no meu trabalho, mas quem sabe o que pode acontecer!» O treinador, que está a cumprir a sua primeira época no futebol angolano, está a caminho de fazer hist Nike Taupe & White Dunk Low Sneakersória no futebol angolano, caso venha vencer o Girabola 2021-22, bem como a Liga dos Clubes Campeões de África.

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É NOTÍCIA: Mamelodi recebe oferta de 2 milhões de euros por Peter Shalulile

Com 25 golos marcados na DSTV Premier League da África do Sul, ao serviço do Mamelodi Sundowns, o namibiano Peter Shalulile tem despertado interesse de vários emblemas europeus. A imprensa sul-africana refere que a direcção Masadwana recebeu uma proposta de 27 milhões de Rands, perto de dois milhões de euros. Uma oferta que foi rejeitada pelo Mamelodi Sundowns. Segundo relatos, a estrela do Mamelodi Sundowns, Peter Shalulile, já recebeu ofertas de equipas africanas “rivais” e de clubes europeus. Outras informações referem, no entanto, que as ofertas recebidas da Europa são de ligas menos cobiçadas e não seria um passo à frente na carreira de Shalulile.

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É NOTÍCIA: Incumprimento salarial faz militares não jogar os playoffs do Nacional de Basquetebol

Os jogadores da equipa sénior masculina de basquetebol do 1º de Agosto negam-se a disputar com o Petro de Luanda, na próxima quinta-feira, a partida das meias-finais do campeonato nacional sénior masculino de basquetebol, devido a incumprimentos salariais por parte da direcção do clube do Rio Seco liderada pelo presidente Carlos Hendrick. Os jogadores treinam para defrontar o Petro na próxima quinta-feira.Hoje, por volta das 10h00, a equipa vai comunicar à direcção a intenção de não jogar as meias-finais caso não haja o pronto pagamento dos sete meses de salários em atraso, que afectam os jogadores. Uma fonte do plantel dos “militares” confidenciou ao Jornal de Angola, que a dívida contraída pela direcção do clube central das Forças Armadas Angolanas já começa a ganhar contornos preocupantes. Na última reunião que a direcção manteve com a equipa técnica e jogadores, o presidente Carlos Hendrick prometeu apenas o pagamento de dois dos sete meses de salários em atraso, facto que não está ainda concretizado, criando, deste modo, sérios descontentamentos quer na equipa técnica quer nos jogadores. Diante desta situação, o colectivo de jogadores achou por bem continuarem a treinar, mas sem vontade de defrontar o arqui-rival, Petro de Luanda, nas meias-finais. «Nós, jogadores, temo-nos pautado pelo profissionalismo e jogamos muito pela honra do clube. Os últimos resultados são fruto disso mesmo, mas é necessário dar um basta, porque há promessas atrás de promessas, que não são cumpridas. Não vamos terminar a época nestas condições, é demais. Temos família para sustentar, sete meses sem salário ninguém aceita isso. Por isso, se não pagarem não vamos jogar e está decidido», disse a fonte. O 1º de Agosto apurou-se, no passado sábado, às meias-finais do Campeonato Nacional sénior masculino de basquetebol, ao derrotar o Vila Clotilde, por 83-75, em partida dos quartos-de-final, disputada no pavilhão Victorino Cunha. As meias-finais do Campeonato Nacional serão disputadas a melhor de três jogos. Fonte: JA

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É NOTÍCIA: Roque Sapiri atira a toalha ao tapete e refere que é sempre o único a falar quando tudo vai mal

Após a derrota em casa frente ao Interclube, por (2-1), para a 26ª jornada do Girabola, o técnico do Sagrada Esperança, Roque Sapiri, deixou nas entrelinhas que dá como perdida a luta pelo título. O jovem treinador, em entrevista à Rádio Cinco no final do jogo, disse que apesar de tudo acredita na sua equipa. «Infelizmente não vencemos. Mas não vejo motivos para desacreditar a minha equipa. Acredito que jogámos a um bom nível. Mas não sei se ainda conseguimos chegar ao título. Mas é esta equipa que é campeã. Infelizmente sou sempre a única pessoa que aparece para responsabilizar àquilo que é a realidade da equipa», disse. O Sagrada Esperança, que apesar da derrota continua na segunda posição com 56 pontos, vai agora lutar para garantir a segunda posição do campeonato nacional da primeira divisão, vulgo Girabola. Recorde-se que os Lundas são os detentores do título do Girabola e têm, também, o registo do melhor marcador da presente edição do Girabola, que é Laurindo Depú, que está em rescisão de contrato.

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É NOTÍCIA: Ex-técnico do Recreativo da Caála faz revelações “mesquinhas” sobre futebol angolano

«Em Angola, queria trabalhar à noite e falhava a luz, só de velas. Estive cinco dias sem tomar banho, a lavar-me só com o creme do corpo». A lição de vida sobre partilha que um pequeno grupo de crianças mutiladas pela guerra lhe deu, em Angola, levou Jorge Paixão, de 56 anos, a abraçar causas sociais, não só em África como na China. O treinador português, que lidera a equipa do Rayon Sports, no Rwanda, fala sobre essas experiências fora de Portugal, mas também da sua passagem no sítio certo mas à hora errada pelo SC Braga. Da Madeira foi treinar o Recreativo do Caála, de Angola. Como surgiu essa oportunidade? Recebi uma chamada do Carlos Janela, que era empresário e tinha sido também director de clubes. O Caála procurava treinador e veio a Portugal entrevistar cinco treinadores. Dos cinco que entrevistaram, eu era o único que ainda não tinha treinado ligas profissionais. Mas eu já fazia um documento do meu trabalho, como se fosse o meu bilhete de identidade, e quando fui à entrevista, no Hotel Sheraton, levei esse dossiê. Estava lá o meu modelo de jogo, como treinava, como organizava, todo o meu trabalho. Conversámos e o presidente disse-me no final da entrevista: “Mister, gostei muito de falar consigo. Tenho de lhe dar os parabéns, você foi o único treinador que trouxe alguma coisa para nós vermos”. Passados dois dias ligaram-me a dizer que eu tinha sido o escolhido. O que o levou a aceitar?O desafio era giro e eu nunca tinha treinado uma liga profissional, nunca tinha tido a oportunidade, porque não tinha empresários, nunca andei nos meandros, nunca andei pela rua escura, andei sempre pela rua clara, nunca andei a ligar para diretores a dizer que queria treinar, nunca fui ver jogos de colegas meus quando eles estavam na corda bamba. Nunca andei a proporcionar encontros nas alturas certas, nunca me vendi a ninguém, nunca me prostitui, por assim dizer. Quando fui para Angola, era uma grande oportunidade, porque ía para um país estrangeiro, com um contrato muito bom financeiramente, nada a ver com o que ganhava aqui. Sentiu um grande choque quando aterrou em Angola?Enorme. A guerra não tinha acabado há muito tempo, passei muito mal, mas gostei muito. O primeiro choque foi quando cheguei e vi uma cidade parcialmente destruída. Huambo.Sim, Huambo. Para ter uma ideia, as pessoas foram mostrar-me uma casa para habitar e a entrada do prédio tinha um buraco de uma bomba, não havia porta, não havia nada, era um buraco. Começamos a subir as escadas e era aos saltinhos, porque faltavam degraus. Não podia viver ali. Fui para um aparthotel onde vivíamos todos, jogadores incluídos. Não me sentia muito confortável porque parecia que estava a controlar os jogadores a toda a hora. Levaram-me depois para outro local que não era mau, mas tinha algumas dificuldades. A seguir fui viver para o hotel Ritz do Huambo, que de Ritz só tinha o nome. Então?Eu estava no 3.º andar e todos os dias tinha de ir pelas escadas porque não havia luz para o elevador; limpavam-me o quarto de 15 em 15 dias. E era um hotel novo. A seguir encontrei uma casa e fui viver para lá com o adjunto Nuno Guia e o fisioterapeuta. A casa era uma moradia antiga, na zona alta do Huambo, mas ainda se viam os buracos das balas nas paredes. Resumindo, eu não tinha água a maior parte das vezes, nem luz. Acabava o combustível do gerador muitas vezes quando estávamos a trabalhar à noite e tínhamos de acender uma vela. Todo direito: Jornal Expresso.

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Em Angola, queria trabalhar à noite e falhava a luz, só de velas. Estive cinco dias sem tomar banho, a lavar-me só com o creme do corpo” A lição de vida sobre partilha que um pequeno grupo de crianças mutiladas pela guerra lhe deu, em Angola, levou Jorge Paixão, de 56 anos, a abraçar causas sociais, não só em África como na China. O treinador português que lidera a equipa do Rayon Sports, no Ruanda, fala sobre essas experiências fora de Portugal, mas também da sua passagem no sítio certo mas à hora errada pelo SC Braga. Da Madeira foi treinar o Recreativo do Caála, de Angola. Como surgiu essa oportunidade? Recebi uma chamada do Carlos Janela, que era empresário e tinha sido também diretor de clubes. O Caála procurava treinador e veio a Portugal entrevistar cinco treinadores. Dos cinco que entrevistaram, eu era o único que ainda não tinha treinado ligas profissionais. Mas eu já fazia um documento do meu trabalho, como se fosse o meu bilhete de identidade, e quando fui à entrevista no Hotel Sheraton levei esse dossiê. Estava lá o meu modelo de jogo, como treinava, como organizava, todo o meu trabalho. Conversámos e o presidente disse-me no final da entrevista: “Mister, gostei muito de falar consigo. Tenho de lhe dar os parabéns, você foi o único treinador que trouxe alguma coisa para nós vermos”. Passados dois dias ligaram-me a dizer que eu tinha sido o escolhido. O que o levou a aceitar?O desafio era giro e eu nunca tinha treinado uma liga profissional, nunca tinha tido a oportunidade, porque não tinha empresários, nunca andei nos meandros, nunca andei pela rua escura, andei sempre pela rua clara, nunca andei a ligar para diretores a dizer que queria treinar, nunca fui ver jogos de colegas meus quando eles estavam na corda bamba. Nunca andei a proporcionar encontros nas alturas certas, nunca me vendi a ninguém, nunca me prostitui, por assim dizer. Quando fui para Angola, era uma grande oportunidade, porque ía para um país estrangeiro, com um contrato muito bom financeiramente, nada a ver com o que ganhava aqui. Sentiu um grande choque quando aterrou em Angola?Enorme. A guerra não tinha acabado há muito tempo, passei muito mal, mas gostei muito. O primeiro choque foi quando cheguei e vi uma cidade parcialmente destruída. Huambo.Sim, Huambo. Para ter uma ideia, as pessoas foram mostrar-me uma casa para habitar e a entrada do prédio tinha um buraco de uma bomba, não havia porta, não havia nada, era um buraco. Começamos a subir as escadas e era aos saltinhos, porque faltavam degraus. Não podia viver ali. Fui para um aparthotel onde vivíamos todos, jogadores incluídos. Não me sentia muito confortável porque parecia que estava a controlar os jogadores a toda a hora. Levaram-me depois para outro local que não era mau, mas tinha algumas dificuldades. A seguir fui viver para o hotel Ritz do Huambo, que de Ritz só tinha o nome. Então?Eu estava no 3.º andar e todos os dias tinha de ir pelas escadas porque não havia luz para o elevador; limpavam-me o quarto de 15 em 15 dias. E era um hotel novo. A seguir encontrei uma casa e fui viver para lá com o adjunto Nuno Guia e o fisioterapeuta. A casa era uma moradia antiga, na zona alta do Huambo, mas ainda se viam os buracos das balas nas paredes. Resumindo, eu não tinha água a maior parte das vezes, nem luz. Acabava o combustível do gerador muitas vezes quando estávamos a trabalhar à noite e tínhamos de acender uma vela. Todo direito: Jornal Expresso.

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É NOTÍCIA: Técnico do Mamelodi Sundowns lamenta não ter conseguido ir às meias-finais da Champions África

Em conferência de imprensa, após o final do jogo com o Petro de Luanda, o técnico do Mamelodi Sundowns, da África, disse que a sua equipa foi a melhor em campo, porém lamenta não terem concretizado as oportunidades criadas durante os 90 minutos do jogo. Manqoba Mngqithi reconheceu que sente uma dor tão intensa por não ter conseguido o apuramento para outra fase, pois, era o objectivo traçado pela direcção do Mamelodi Sundowns. «Na competição de clubes de África, saber o quão perto a sua equipa estava da final, só aumenta a dor. Está a doer muito, não quero mentir. O que é muito lamentável é que ainda acredito que a nossa equipa foi a melhor no jogo, mas isso não conta quando você não colocou a bola na rede. Na Liga dos Campeões, no PSL, se você cometer um ou dois erros estúpidos, pode ser fatal». O técnico sul-africano realça ainda que os golos sofridos em Luanda tiveram um grande peso na eliminatória. «Os golos que sofremos em Angola foram todos muito maus golos de cruzamentos. Dói porque você sabe que sua equipa é melhor do que o adversário, especialmente na primeira mão. Provavelmente 70% da equipa não desempenhou todo o seu potencial. Mas hoje deveríamos ter arriscado mais, fomos punidos pelas nossas falhas», disse. A equipa sul-africana desperdiçou inúmeras oportunidades, incluindo um penálti de Themba Zwane, que acertou na trave. Mngqithi acrescenta ainda dizendo que; «foi um lapso de concentração, mas não culpo muito os jogadores, acho que fizemos muitas coisas boas nesta partida, mas no futebol, você ganha algumas vezes, perde algumas também», referiu. O Mamelodi Sundowns, que está a três jornadas de se sagrar campeão da DSTV Premier League da África do Sul, vai agora concentrar a equipa para as restantes partidas que faltam do campeonato.

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É NOTÍCIA: Pep Clarós volta merecer confiança da Federação Angolana de Basquetebol

O técnico Espanhol Josep Clarós foi, hoje, sábado, 23, novamente confirmado como técnico dos hendecampeões para os próximos desafios da selecção nacional de basquetebol. A Federação Angolana de Basquetebol (FAB) confirmou a renovação do contrato com o espahol de Barcelona, na sua página oficial do facebook. Reagindo Your Voice Ohio Shop - Quality Fashion Products a confirmação, o espanhol deixou patente que vai procurar nike ja 1 scratch interagir mais com os treinadores dos clubes nacionais a fim de ter uma equipa forte e competitiva. «Existe bastante talento na competição interna, por isso estamos atentos e temos realizado um profundo trabalho de monitoramento em parceria com os clubes e os seus treinadores, no sentido de encontrarmos bons jogadores, prepará-los, torná-los atletas de alta competição e aptos para jogar na Selecção», disse Clarós. Durante a conferência de imprensa, ficou confirmado que Josep Clarós fica até os próximos 14 meses, fazendo assim a campanha de apuramento ao Campeonato do Mundo de 2023, que será disputado air jordan 3 black cement reimagined em três países do continente asiático.

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