Victorino Cunha, um dos maiores percursores do basquetebol angolano, disse ao programa “Recordar é Viver”, emitido pela Rádio Cinco, aos domingos pela manhã, que a melhor opção para a Selecção Nacional de Basquetebol não passa por nomear treinadores estrangeiros. «Não é com recrutamento de treinadores estrangeiros que vamos melhorar o basquetebol nacional, mas sim no investimento dos treinadores que trabalham na formação. Hoje, a carga de treinos em Angola aproxima-se das 200 mil horas. Temos que ter treinadores para diversas áreas: aspeto físico, técnico e mental», disse.