É NOTÍCIA: 1.º de Agosto está à beira do colapso. Lá falta quase tudo

Aos 48 anos de existência do Clube Central das Forças Armadas Angolanas (FAA), o 1.º de Agosto está a viver um dos piores momentos da sua...


Aos 48 anos de existência do Clube Central das Forças Armadas Angolanas (FAA), o 1.º de Agosto está a viver um dos piores momentos da sua história em toda sua estrutura, devido a uma periclitante crise financeira resultante da redução orçamental efectuada pelo maior patrocinador – Forças Armadas Angolanas (FAA), tendo obrigado a Direcção de Carlos Hendrick a desinvestir.

Dada a crise que passa a agremiação militar, várias modalidades praticadas naquele clube estão em baixa quer nas competições internas como a nível do continente africano, onde vários activos viram-se obrigados a deixar o Clube, pelo facto de ficarem longo período sem ordenados.

A crise já perdura três anos, e de lá para cá o 1.º de Agosto não festeja qualquer título nacional a nível do basquetebol feminino e masculino, tal como no futebol e no andebol masculino. Aos poucos, a mística ganhadora do clube rubro negro vai ficando para a história.

O Bola Em Campo sabe que vários jogadores da equipa principal de futebol em final de contrato recusam-se a renovar, como são os casos dos congoleses democráticos Assumani e Bobó Ungenda, bem como os angolanos Hossi, Keliano, Catraio e Paizo.

O mesmo cenário repete-se no basquetebol, com as saídas de Islando Manuel, Felizardo Ambrósio, Malick Cissé e Milton Valente, que estão em final de contrato e sem perspectivas de uma possível renovação. O cenário também é vivido no andebol, com as saídas para o arquirrival Petro de Luanda, das jogadoras Tchesa Pemba, Chelsia Gabriel, Nair Caquintas, Marta Alberto, Cristina Vidal, Vilma da Silva, Swelly Simão e Cândida Mundundo, onde contribuíram fortemente para que o clube tricolor conquistasse a Supertaça Babacar Fall e a Liga dos Clubes Campeões de África.

Elzira Barros, antiga andebolista que durante algum tempo foi a Vice-Directora da Academia do 1.° de Agosto, abandonou o clube, tanto como outros funcionários administrativos, que há mais de 1 ano que não pagam os seus ordenados.

Por outro lado, as equipas em competição, como a de futebol, basquetebol e andebol, têm visto os seus ordenados regularizados gradualmente.

Marcos Olgário

Marcos Olgário

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