É NOTÍCIA: Entre espinhos e dificuldades, Projecto “Brincando com a Bola” celebra 11 anos

Conheça um projecto de formação de jogadores de futebol ambicioso, que apesar das dificuldades vividas, Ti Nandinho, mentor do projecto “Brincando com a Bola”, devolve o...


Conheça um projecto de formação de jogadores de futebol ambicioso, que apesar das dificuldades vividas, Ti Nandinho, mentor do projecto “Brincando com a Bola”, devolve o sonho de muitas crianças no Zango I, de se tornarem jogadores de futebol profissional. A Escola de Futebol do Zango “Projecto Brincando com a Bola” completa hoje, uma década desde a sua implementação na periferia do Zango, em Luanda.

O Bola Em Campo traz-lhe tudo sobre esta Escola numa reportagem feita com o mentor do projecto.

Picas, exemplo de sucesso.

O Bola Em Campo visitou a escola de futebol no Zango, que carece de vários materiais de apoio, desde bolas, chuteiras, equipamentos de treino, bem como melhorias no campo onde a equipa realiza os seus treinos e jogos.

Loide Augusto, actualmente em Portugal.

Apesar de todas as dificuldades vividas, a Escola de Futebol do Zango I já é uma realidade, a julgar pelos resultados alcançados durante os 10 anos de existência. Nomes como Picas, com passagem pelo Petro de Luanda, e Loyd Augusto, agora no Sporting Farense de Portugal, bem como Andeloy, que este ano rumou para o Desportivo da Huíla, foram lapidados pelo projecto ” Brincando com a Bola”.

Ti Nandinho e Picas, uma das joias do se projecto

Criada a 5 de Novembro de 2010, o projecto coordena mais de 50 crianças que diariamente fazem do futebol à sua alegria e diversão. Para além do futebol, os atletas recebem apoio psicológico, aulas de português, matemática e ética comportamental.

Ti Nandinho, proprietário do projecto, revela o segredo de ensinar o “abc” do futebol aos meninos da escola.

«A minha filosofia de ensino é ensinar com amor e paixão aos pequenos, que têm o sonho de serem grandes jogadores de futebol em Angola e no mundo. Hoje, estamos orgulhosos de ver jovens como Picas, Loyde Augusto e Andeloy a mostrarem o seu potencial. Falo destes que são mais visíveis. Mas temos muitos garotos que, de certeza, vão aparecer nos próximos dois anos com o surgimento da nossa equipa no campeonato provincial, nas categorias de juvenis e juniores», almejou.

Ti Nandinho revela que o seu dever para com os meninos vai além do futebol.

«Eu faço semanalmente visitas guiadas à casa dos pais dos atletas para saber como é a rotina dos meninos pós-treino, e dar o nosso apoio no que for possível. Há meninos que têm necessidades especiais e nós ajudámos com o pouco que temos. Até oração eu faço quando fazemos às visitas guiadas», disse.

Entretanto, outra grande preocupação de Armando Faria, ou simplesmente Ti Nandinho, prende-se com a falta de apoio do empresariado local e nacional.

Passámos por muitas dificuldades, desde bolas, chuteiras e equipamentos de treinos. Até água para os garotos beberem tem sido um grande problema. Já fizemos várias cartas de apoio a empresas em Luanda, mas até agora não tivemos nenhuma resposta. Porém, estamos firmes de que um dia as coisas hão-de melhorar. Pois, aqui há talentos de esquebra, convido os homens de futebol a passarem por aqui num sábado ou domingo e presenciarem o ‘show de bola’ realizado por estes meninos», disse.

EFEITOS DA PANDEMIA NA ESCOLA DO ZANGO I.

Sobre a pandemia da Covid-19, que assola o globo, Ti-Nandinho revelou que se não fosse o novo coronavírus a escola já teria colocado mais jogadores nas grandes equipas do país.
«A nossa ideia para este ano era de pôr a nossa equipa dos escalões de sub 20 a competir no campeonato provincial de Luanda, de juniores e juvenis para mostrar a qualidade de jogadores que temos aqui no projecto. Eu creio que vamos encher os olhos dos grandes olheiros que fossem aparecer para ver jogar a nossa equipa».

A falta de campo relvado preocupa.

Ti-Nandinho entende que as autoridades do país devem encontrar uma solução para que o desporto seja sempre uma realidade.

Na Escola de Futebol do Zango, os atletas recebem apoio psicológico, aulas de português, matemática e ética comportamental, bem como estudo bíbilico de missionários voluntários.

Conheça um projecto de formação de jogadores de futebol ambicioso, que apesar das dificuldades vividas, Ti Nandinho, mentor do projecto “Brincando com a Bola”, devolve o sonho de muitas crianças no Zango I, de se tornarem jogadores de futebol profissional. A Escola de Futebol do Zango “Projecto Brincando com a Bola” completa hoje, uma década desde a sua implementação na periferia do Zango, em Luanda.

O Bola Em Campo traz-lhe tudo sobre esta Escola numa reportagem feita com o mentor do projecto.

O Bola Em Campo visitou a escola de futebol no Zango, que carece de vários materiais de apoio, desde bolas, chuteiras, equipamentos de treino, bem como melhorias no campo onde a equipa realiza os seus treinos e jogos.

Apesar de todas as dificuldades vividas, a Escola de Futebol do Zango I já é uma realidade, a julgar pelos resultados alcançados durante os 10 anos de existência. Nomes como Picas, com passagem pelo Petro de Luanda, e Loyd Augusto, agora no Sporting Farense de Portugal, bem como Andeloy, que este ano rumou para o Desportivo da Huíla, foram lapidados pelo projecto ” Brincando com a Bola”.

Criada a 5 de Novembro de 2010, o projecto coordena mais de 50 crianças que diariamente fazem do futebol à sua alegria e diversão. Para além do futebol, os atletas recebem apoio psicológico, aulas de português, matemática e ética comportamental.

Ti Nandinho, proprietário do projecto, revela o segredo de ensinar o “abc” do futebol aos meninos da escola.

«A minha filosofia de ensino é ensinar com amor e paixão aos pequenos, que têm o sonho de serem grandes jogadores de futebol em Angola e no mundo. Hoje, estamos orgulhosos de ver jovens como Picas, Loyde Augusto e Andeloy a mostrarem o seu potencial. Falo destes que são mais visíveis. Mas temos muitos garotos que, de certeza, vão aparecer nos próximos dois anos com o surgimento da nossa equipa no campeonato provincial, nas categorias de juvenis e juniores», almejou.

Ti Nandinho revela que o seu dever para com os meninos vai além do futebol.

«Eu faço semanalmente visitas guiadas à casa dos pais dos atletas para saber como é a rotina dos meninos pós-treino, e dar o nosso apoio no que for possível. Há meninos que têm necessidades especiais e nós ajudámos com o pouco que temos. Até oração eu faço quando fazemos às visitas guiadas», disse.

Entretanto, outra grande preocupação de Armando Faria, ou simplesmente Ti Nandinho, prende-se com a falta de apoio do empresariado local e nacional.

Passámos por muitas dificuldades, desde bolas, chuteiras e equipamentos de treinos. Até água para os garotos beberem tem sido um grande problema. Já fizemos várias cartas de apoio a empresas em Luanda, mas até agora não tivemos nenhuma resposta. Porém, estamos firmes de que um dia as coisas hão-de melhorar. Pois, aqui há talentos de esquebra, convido os homens de futebol a passarem por aqui num sábado ou domingo e presenciarem o ‘show de bola’ realizado por estes meninos», disse.

EFEITOS DA PANDEMIA NA ESCOLA DO ZANGO I.

Sobre a pandemia da Covid-19, que assola o globo, Ti-Nandinho revelou que se não fosse o novo coronavírus a escola já teria colocado mais jogadores nas grandes equipas do país.
«A nossa ideia para este ano era de pôr a nossa equipa dos escalões de sub 20 a competir no campeonato provincial de Luanda, de juniores e juvenis para mostrar a qualidade de jogadores que temos aqui no projecto. Eu creio que vamos encher os olhos dos grandes olheiros que fossem aparecer para ver jogar a nossa equipa».

Ti-Nandinho entende que as autoridades do país devem encontrar uma solução para que o desporto seja sempre uma realidade.

Na Escola de Futebol do Zango, os atletas recebem apoio psicológico, aulas de português, matemática e ética comportamental, bem como estudo bíbilico de missionários voluntários.

Marcos Olgário

Marcos Olgário

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